
O vinho mostrou tipicidade de um Rioja branco - bastante madeira, aromas típicos de baunilha, mel e borracha. No paladar, corpo mediano e acidez que sustenta o conjunto.
O prato já foi eleito com um dos nossos preferidos à base de bacalhau.

A harmonização: a untuosidade do prato não encontrou par com a (relativa) baixa acidez do vinho. O prato "apagou" o vinho. Não chegou a incomodar, porém a tipicidade do vinho sumiu. Acreditamos que um Rioja de estilo mais pesado possa ser um par adequado, no estilo dos vinhos da Viña Tondonia brancos.

Confira a opinião desta harmonização da Rafaela e do Claudio (Le Vin au Blog) e a opinião de Armando Camoleze Filho (que realizou a harmonização durante um jantar de comemoração de aniversário):
"Sobre a Brandade, já foi eleito para voltar na ceia de Natal, muito bom.
Como curiosidade, agora vou procurar a origem do nome, da receita.
Sobre o vinho Conde de Valdemar:
Olfato de madeira, a mim lembra cedro.
Na boca também lembra cedro. Com a brandade combinou bem."
(foto de Armando Camoleze Filho)
Postado por Marcel Miwa e Nina Moori.



4 comentários:
Nina...que pena que não pude participar deste de novo...além da grana estar super curta por aqui, não gosto de bacalhau...então passei. Mas o seu ficou com uma cara ótima.
Beijos
Fico feliz por ter gostado da brandade. :-)
Pena que não ficou perfeita com o vinho... Em Portugal, o bacalhau é o único peixe que acompanhamos sempre com vinho tinto. Na minha opinião, fica melhor que o branco, pois o bacalhau tem uma textura próxima da carne.
Beijos.
comprei o bacalhau, convidei as pessoas, e na hora do vinho nao consegui encontrar. Aí acher melhor nao participar sem o vinho indicado.
bj
Este prato precisa ser repetido mais vezes em casa. Fez sucesso!
Só encontramos este rótulo na importadora.
bjos,
N.
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