sexta-feira, 29 de julho de 2011

Bolo de banana com gergelim preto

O bom e velho bolo de banana ganhou pontinhos crocantes com o gergelim preto e cobertura com o glacê de Cognac.


Bolo de banana e gergelim preto:
(um bolo inglês médio - 100% = 100g)
140% bananas nanicas maduras
40% de keffir (ou iogurte)
80% de óleo de girassol
100% de ovos
70% de açúcar
150% de farinha de rosca
7% de fermento químico
1% de sal marinho
25% de gergelim preto torrado
Liquidifique as bananas com o leite e o óleo. Una os ovos, um a um, batendo bem após cada adição. Adicione o açúcar. Transfira para um bowl e acrescente a farinha de rosca, fermento, sal e gergelim (previamente misturados juntos).
Verta em forma de bolo inglês (média) untada com óleo e polvilhada com açúcar cristal. Asse à 180ºC por 40 minutos. Desenforme e esfrie sobre uma grelha.
glacê:
10% de Cognac
35% de açúcar de confeiteiro
Misture e espalhe sobre o bolo frio.



Postado por Nina Moori.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Momofuku Ssäm Bar - NYC

Quem chega até o Momofuku Ssäm Bar somente por saber que figura entre os Top 50 da RW ou pelas três estrelas que recebeu de Frank Bruni - NYT pode se assustar. Apesar de todos os índices, o lugar é extremamente informal e despretensioso. E não muito caro.
Cheguei perto das 19h30 e consegui o último lugar disponível no balcão. A partir daí, só com fila de espera (e sequer havia anoitecido).
Ler o cardápio sem ter referências também pode assustar, remeter à "con-fusion", onde prepondera o acento coreano. Com a chegada dos pratos, o caminho se mostrou bastante tranquilo.

Baguette & pretzel bread – sea salt butter, whipped lardo (simples, saboroso e honesto)

Kimchi (para comprovar que a raiz coreana está presente e de forma íntegra)

Bar Bun: os buns são obrigatórios (sanduíche pequeno, com pão no vapor, carne "gorda" de qualidade - no caso, barriga de porco - molhos e acompanhamentos) - já vi uma versão em São Paulo, infelizmente decepcionante

Roasted lamb loin & belly - bulgur, snap peas, egg yolk (ótimo filé mal passado, barriga de carneiro crocante por fora com miolo "derretendo")

O único senão ficou pelo serviço do vinho. Pedi um Picatendro (Nebbiolo) 2008 da La Kiuva. O vinho chegou quente e sem que me apresentassem a garrafa (confio na honestidade de quem serviu, mas sequer sei descrever o rótulo).


Postado por Marcel Miwa.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Eataly - NYC

Com cerca de 5.000m² e em frente ao Madison Square Park está o Eataly. Um conglomerado de restaurantes, bares, cafeteria, sorveteria, escola de gastronomia e mercado que tem entre os sócios o midiático Mario Batali e a empresária Lidia Bastianich, que ainda contam com consultoria do Slow Food. Meu passeio se restringiu ao mercado e ao restaurante La Piazza, afinal era fim de tarde e o lugar começou a lotar, em boa parte por culpa da recém inaugurada Birreria.

setor de carnes

setor de frutos do mar - havia também um aquário com lagostas vivas

setor de queijos

Na realidade, o La Piazza é um espaço no centro do imóvel com mesas altas, onde se come em pé, de forma rápida.

wild salmon - pescado em uma reserva ambiental em Washington obedecendo uma quota de captura, servido cru com azeite e sal de aipo

razor clams

scallops & capers (e com seus corais)

monkfish liver - de fato a textura lembra um foie gras com apenas um toque marinho e sabor levemente adocicado


Postado por Marcel Miwa.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Devonshire splits

Encontrei uma referência a este pequeno pão por acaso. Lendo um livro sobre etiqueta inglesa fiquei curiosa com a descrição e o gracioso nome do Devonshire Split, tradicionalmente servido com geleia de morango e clotted cream no Five O'Clock Tea (chá das cinco).
A primeira tentativa teve um resultado indesejado - lembrou um scone. Alterei completamente a receita, transformando-a com fermentação natural, leite em pó, manteiga e muito mais líquido.


Devonshire Splits:
(6 unidades - 100% = 250g)
100% de farinha de trigo
4% de leite em pó
8% de açúcar orgânico claro
58% de água filtrada gelada
10% de fermento natural (usei o levain Romolo)
0,4% de sal marinho
8% de manteiga sem sal temp. amb.
4% de gema para pincelar
Farinha, leite e açúcar. Una a água, aos poucos, trabalhando a massa para ficar homogênea. Una o fermento. Adicione o sal e trabalhe a massa até ficar lisa e elástica. Boleie, cubra e deixe descansar por 30 minutos. Incorpore a manteiga. Boleie, cubra e deixe crescer até dobrar de volume (3-4h).
Divida a massa em seis partes. Boleie e cubra. Após 30 minutos, boleie novamente e disponha em forma retangular untada e polvilhada. Cubra e deixe crescer por 40-60 minutos. Pincele com a gema batida com um pouco de água. Asse à 180ºC por 25-30 minutos.
Esfrie sobre grade.
geleia de morango caseira
creme de leite fresco (batido com açúcar vanille) - substitui o clotted cream
açúcar de confeiteiro
Recheie com geleia e chantilly. Polvilhe açúcar de confeiteiro.


Pãezinhos delicados e macios para o meu modesto chá da tarde.
Só faltou o jogo de chá de porcelana inglesa para acompanhar os Devonshire splits.


Postado por Nina Moori.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Obikà - NYC

Andando nas imediações do Central Park, pelo lado de Midtown Center, meu irmão havia recomendado um lugar para almoço rápido que é especializado em mozzarella. No térreo do IBM Building está o Obikà. Nesta unidade da rede italiana que só utiliza queijos de Bufala Campana DOP, pedimos (obviamente):

Grand Tasting of handmade Mozzarellas di Bufala Campana DOP: Paestum, Pontina, Smoked, Stracciatella di Burrata and Ricotta di Bufala

A degustação é suficiente para três pessoas e faz jus aos termos "bom e barato", além de ser adequado a um dia quente de início de verão.

Faixa de preço: $$ (poe pessoa, com bebida)

Postado por Marcel Miwa.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Veritas - NYC

Creio que consolidar uma lista com dicas de viagens é a tarefa pré-embarque que me toma mais tempo. Perto disto, arrumar a mala parece um estalo de dedos, embora muito mais chato. Os roteiros dos destinos a serem visitados costumam ser uma coletânea de indicações de amigos, blogs/sites e alguns guias. Para os restaurantes em NY confesso que utilizei largamente as recomendações do NY Times. Assim cheguei ao Veritas.
Ao sentar a mesa o primeiro bom indício, o chef Sam Hazen circulando de forma apressada da cozinha em direção ao bar e prontamente retornou de forma ainda mais concentrada, quase mal humorada.
Na realidade, o primeiro bom indício surgiu ao acessar o site do restaurante e ver que disponibilizam o menu e carta de vinhos online, inclusive com preço. Isto é, salvo alguma situação inesperada, sabia exatamente o que iria pedir e quanto em média gastaria.

Ocean and Land - lobster, marrow bone (para se repetir sempre, colocar o tutano ao invés da manteiga, deu uma nova dimensão à lagosta)

Roasted Label Rouge Chicken (porque os frangos podem sim ser saborosos, para recordar o também ótimo de Oxapampa do Hervé)

Maple-Brined Wooly Pig (Lombo de porco Mangalitsa em duas cocções. Até a alface morna estava impecável)

Prosciutto wrapped Halibut (bom, mas não tão contundente quanto os anteriores)

Carrot Cake (bom, boa apresentação, não muito doce. Grande)

Queijos: 1- Old Chatham Sheephearding Co. Hudson Valley Camembert, 3- Haystack Mountain Dairy Red Cloud, Longmont - Colorado e 7- Jasper Hill Farm Bayley Hazen Blue, Greensboro - Vermont (fiquei bem impressionado com os queijos artesanais americanos)

Acompanhamos a refeição com uma garrafa do Mersault Tillets 2008 Patrick Javillier.
Como cortesia e se desejar, retiram o rótulo do vinho que consumiu e o entregam plastificado. Também oferecem um bom cookie integral na saída do restaurante.

Faixa de preço: $$$$$ (por pessoa)

Postado por Marcel Miwa.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Cannelés bordelais

Procurei muito pelas forminhas de cannelés bordelais no Brasil e, das raras vezes que encontrei, os abusivos preços me desanimaram. 
Além do rack-forma para baguettes, o Marcel também trouxe de NYC, forminhas de silicone para as tão desejadas cannelés bordelais.


Cannelés Bordelais:
(nove unidades - 100% = 250g)
100% de leite integral
10% de manteiga sem sal
0,5% de sal marinho
30% de ovos
40% de açúcar orgânico claro
26% de farinha de trigo
0,25% de baunilha em pasta
4% de Cognac
Ferva o leite com a manteiga. Enquanto isso, bata os ovos com o açúcar e una a farinha e o sal. Verta o líquido quente sobre os ovos, batendo com fouet. Adicione a baunilha. Esfrie e una o Cognac. Gele por 2h.
Bata novamente com fouet. Disponha em formas de cobre ou silicone (3/4) e asse à 250ºC por 5 minutos. Abaixe para 220ºC e asse 15 minutos. Abaixe para 180ºC e asse por mais 40 minutos.


Aquela camada caramelizada-crocante por fora, centro úmido e levemente esponjoso com delicado dulçor e aroma de baunilha. A perfeição concentrada em uma pequena guloseima.

Dúvidas sobre as medidas dos ingredientes? Solucione aqui.

Postado por Nina Moori.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Colicchio & Sons / The High Line Park - NYC

 Logo na saída do Chelsea Market está o restaurante Colicchio and Sons. Tom Colicchio, mais conhecido hoje por ser o principal juiz do programa Top Chef, foi fundador do Gramercy Tavern (estava na minha programação, mas precisei cancelar a reserva) e possui uma série de outras casas. Como era domingo, o salão principal estava fechado e o serviço era feito somente no tap room.
O restaurante é conhecido por suas receitas executadas no forno posicionado logo na entrada do estabelecimento. Pausa para um adendo: depois descobri através de um taxista paquistanês que em Manhattan não é permitido aos restaurantes utilizar fornos alimentados à lenha; e por isso, no Brooklin é onde se encontram as melhores pizzarias (lá é permitido lenha). Voltando... o forno tinha dupla alimentação, de um lado à gás, com chamas uniformes, e do outro uma chama mais natural.

tap room

A carta de bebidas traz interessantes opções de flights (degustações) de cervejas e optei pela Spring Fever: Pikeland Pils, Hop Sun e Saison.

flight de cerveja

E pedimos Crispy Cornbread w/ fried egg & pork ragoût (pouco inspirado no sabor e na apresentação), Tomato, mozzarella & basil pizza (sim, Margherita, mas o cardápio descrevia assim. Boa massa, tomate com sabor concentrado e queijo de boa qualidade. O único "senão" é a flor de sal que polvilham na finalização, por cima da cobertura - desnecessário) e TC Burger w/ drunk onions, pecorino & chips (muito bom, crosta tostada, miolo rosado e suculento).
Para um almoço descompromissado de domingo, cumpriu sua função.




Faixa de preço: $$ (por pessoa)

Um ótimo passeio para se fazer na região após o almoço é caminhar pelo High Line Park, uma antiga linha de trem transformada em parque suspenso em meio aos prédios (algo que pretendiam fazer com o Minhocão em São Paulo).
O dia ensolarado de início de verão e a recente inauguração desta middle section deixaram o caminho bastante congestionado.




Postado por Marcel Miwa.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Shake Shack - NYC

Uma recomendação de Jeffrey Steingarten, via outra fonte confiável (@danirosan) somado a mais um dia (na verdade, noite) de preguiça me levaram a provar os burgers da Shake Shack.
E o resultado é bastante honesto: carne com sabor de carne, tostado por fora e rosado por dentro; tomate com gosto de tomate; alface com gosto de alface; e pão... neutro, mas que cumpre a função de sorver o suco do hamburger sem se dissolver. As batatas fritas são ok, com o formato serrilhado estavam um pouco encharcadas de gordura.


Fui na unidade do Theater District, perto da meia-noite e o lugar estava lotado. Depois descobri que esta unidade não está entre as melhores da rede ou ao menos não a altura da unidade original no Madison Square Park, e tem gente que levou isto à sério. Mas por US$10 a refeição (dois burgers) entrega o que promete.


Postado por Marcel Miwa.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Pudim de milho verde

Milho verde cozido, bolo de milho cremoso, sorvete de milho, torta de milho e pudim de milho para aproveitar a estação que abarrota as bancas das feiras de espigas amarelinhas encapadas de verde.

Pudim de milho verde: Liquidifique o milho de duas espigas debulhadas com setecentos mililitros de leite integral. Coe e armazene o bagaço para fazer um bolo.
Bata duzentos gramas de ovos cento e trinta gramas de açúcar orgânico claro com fouet. Una o suco de milho. Coe três vezes e verta em forma para pudim untada com manteiga sem sal e polvilhada com açúcar cristal.
Asse em banho-maria à 160ºC por 1h20.
Amorne e gele por 4h.
Desenforme com cuidado. Se preferir um pudim mais doce, sirva com calda de caramelo de baunilha.


Prefere medir os ingredientes com colheres e xícaras medidoras? Entenda as equivalências.

Postado por Nina Moori.

sábado, 16 de julho de 2011

A granola

 Confesso que nunca fui adepta do clássico norte-americano: cereais matinais. O meu café da manhã geralmente é composto por frutas frescas, pão de fermentação natural, manteiga salgada e uma xícara grande café puro. Resolvi dar uma chance aos cereais quando o charmoso pote de granola do restaurante Eleven Madison Park veio para em minhas mãos. E então a surpresa: equilibrada (pouco doce), mais clara que as convencionais industrializadas, amêndoa laminada e aveia na medida certa.

a granola do chef Daniel Humm

Depois de alguns testes (e muitas dicas via twitter), cheguei a minha fórmula ideal de granola.

Granola:
(setecentos gramas - 100% = 180g)
100% de aveia em flocos (usei flocos finos, mas fica melhor com flocos grandes)
55% de gérmen de trigo
10% de linhaça (substitua por amaranto, quinoa, chia ou gergelim)
28% de semente de girassol
42% de amêndoa laminada
36% de passas escuras
34% de cranberries secas (substitua por passas claras, damasco ou tâmara)
12% de açúcar cristal orgânico
1,2% de flor de sal
55% de mel
14% de azeite
17-22% de água filtrada
Misture os nove primeiros ingredientes. À parte, misture o mel, azeite e água. Verta sobre os ingredientes secos e misture. Espalhe sobre assadeira grande. Asse por 1h15 à 130ºC, misturando com espátula a cada 15 minutos.
Esfrie e armazene em potes.

a minha granola

Com certeza, o maple syrup ou o xarope de agave no lugar do mel ficariam muito melhor, mas o preço nas gôndolas brasileiras não os tornou viáveis.
O Marcel prefere comer granola com iogurte, eu com keffir.


Tem alguma dúvida nas medidas dos ingredientes? Observe as transformações.

Postado por Nina Moori.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Becco - NYC

Dia de jantar livre (sem reserva) e com a preguiça se impondo. Como estava hospedado no Theater District, a solução foi caminhar no entorno e tentar a sorte em algum restaurante dentro do raio de três quadras. No trajeto diário recordava de um trecho da 46th St. repleta de restaurantes e rumamos para lá. Restaurante brasileiro, não! Bar de tapas, não! Bistrot vazio, não! Até que chegamos ao italiano Becco. Fachada clean, bom movimento e cardápio simples e atraente. Nos acomodamos na varanda e estávamos prontos para o que seria uma montanha russa. 

Começamos pelo alto, o Mix de azeitonas no couvert fez bonito.


Seguimos para uma descida vertiginosa: Antipasto Misto. Um balcão de acepipes de muitos botecos em São Paulo seria melhor. Sem falar no Ceviche (???).



Voltamos a subir com o Maiale Arista (porco assado por 24h na cerveja Baladin) e cair com o Pesce Spada (com pouco sabor e textura gelatinosa/fibrosa de cozido além do ponto).
Tínhamos pedido junto com as entradas uma garrafa de um Ribolla friuliano. A primeira taça servida a contento e como a mesa era apertada, o vinho permaneceu no bar.  Resumindo a história: pedimos três vezes por nossa bebida, sem sucesso. Já estávamos terminando o prato principal e a solução foi apelar para o self-service. Foi engraçado, pois seguiu-se uma conferência de atendentes e após o incidente a cada minuto aparecia um para verificar o serviço. Tarde demais.



Conseguimos voltar ao topo da montanha russa com os Cannoli de sobremesa (ricotta lisa e untuosa, pistaches inteiros e doçura na medida).


Só depois descobri que o restaurante Becco pertence à Lidia Bastianich, famosa restauratrice da cena americana.

Faixa de preço: $$$$ (por pessoa)

Postado por Marcel Miwa.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Chelsea Market - NYC

Seguramente entre os top five de local gourmet a se visitar em Manhattan é o Chelsea Market, no Meatpacking District. O espaço é equivalente a um shopping center com quase tudo relativo ao tema: pâtisserie, boulangerie, queijos, cafeterias, chocolates, vinhos, restaurantes, bares, loja de acessórios de cozinha e etc. 
Imperdível.


queijos americanos da Lucy's Whey

a imensa diversidade de sais no The Filling Station (compra-se o pote uma vez, depois a compra à granel é incentivada)

um passeio pela Amy's Bread, com toda a linha de produção dos pães à vista dos passantes

Postado por Marcel Miwa.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Bellota e Mont d'or

Perdi as contas de quantas vezes elogiei as malas-de-viagem-amigas que nos fornecem guloseimas raras por estas bandas. O que seria deste blog sem elas!?

Este Lomo Ibérico de Bellota da Bellotares e o Jamón Ibérico puro de Bellota da Cinco Jotas vieram da Espanha. A marmorização da carne do primeiro e a textura da gordura (derretia no contato com a boca) do segundo eram impressionantes, com delicadeza e pungência.


O Mont d'Or AOP La Tradition da Fromi - parecido com o Vacherin Mont d'Or (e quase tão bom quanto) - um queijo de massa mole produzido no Jura somente de 15 de agosto à 31 de março foi adquirido no El Corte Inglés.



Postado por Nina Moori.

terça-feira, 12 de julho de 2011

The Meatball Shop - NYC

A tarefa não foi fácil. E depois de provar três sanduíches no Katz's (não os comi sozinho) andei meia quadra e cheguei ao The Meatball Shop, para provar outra prato típico da cidade.
Mesmo com a ressalva de já estar satisfeito foi uma decepção. Apesar da forma simples e funcional de se tirar o pedido, marcando à caneta no próprio cardápio, o prato principal da casa, a meatball, tinha sabor de carne congelada com textura levemente gelatinosa (maturada). O molho de tomate era bem feito, bem como o alho poró com mostarda, pedido como acompanhamento.
Para completar os altos e baixos, as ótimas taças de vinho (O-Riedel, sem haste) foram servidas com um Beaujolais e um Chianti desagradavelmente quentes.
A meta de visitar em seguida o Shopsins, que fica na próxima quadra, não foi cumprida por razões óbvias.




Postado por Marcel Miwa.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Katz's Delicatessen - NYC

Uma instituição nova-iorquina tão conhecida quanto os hot dogs de rua ou os burgers são as delis. A principal desta casas que servem sanduíches de frios/embutidos e pratos rápidos com acento judaico é o Katz's Deli.
Também conhecida por ser cenário dos filmes Harry e Sally (há inclusive uma placa indicando a mesa onde os personagens se sentaram) e Donnie Brasco, o Katz's consegue manter seu sanduíche de pastrami como protagonista.
Se dispor de um tempo vale a pena sentar nas mesas junto à parede e ser atendido pelos garçons "old school", sem esquecer de antes passar pelo balcão e observar o preparo dos lanches, a cena lembra um açougue, só que de carnes assadas.


Os picles vão causar sede, mas são viciantes. Além do obrigatório Pastrami, que faz jus a sua fama, pedimos o sanduíche de Língua e o Corned beef, muito bons, mas não no mesmo nível do primeiro.






Postado por Marcel Miwa.