Em um dos raros dias da semana que conseguimos almoçar juntos decidimos conhecer o menu del giorno (menu executivo) do restaurante Pecorino composto por couvert, entrada e prato principal.
Couvert: pão, pasta de alho doce, manteiga, flor de sal e pão.
O Marcel pediu a simples Bruschetta e eu a Insalata com molho super ácido (confeccionado com aquela mostarda amarela-vinagre-nacional).
Para os principais: Penne bolognese (a carne parecia ter estagiado por longo tempo no congelador) e Escalope com risotto de açafrão (carne no ponto de cocção correto, mas o risotto parecia conter apenas cúrcuma).
Embora o preço do menu executivo pareça razoável (R$29,50), a impressão que fica é a falta de atenção, dedicação e esmero na cozinha. Faltou "alma" aos pratos.
O serviço da brigada de salão foi ok.
Faixa de preço: $$ (com água, por pessoa)
Postado por Nina Moori.
quinta-feira, 31 de março de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
Champagnes Cuvée Prestige
Uma única noite para provar Dom Pérignon, Cristal, La Grande Dame, Krug, Salon ..., e não se tratava de nenhuma festa de rappers americanos.Este foi o tema da última Confraria diVino que ainda teve uma grande e ótima surpresa: Champagne Louis XV da De Venoge.
O texto completo está na última edição da revista diVino.
Postado por Marcel Miwa.
O texto completo está na última edição da revista diVino.
Postado por Marcel Miwa.
terça-feira, 29 de março de 2011
Pimentas peruanas
Estas pimentas foram adquiridas no mercado de Surquillo, em Lima. Uma variedade mais perfumada que a outra e com diferentes teores de picância.
Com poucas unidades de casa tipo, resolvi fazer uma conserva com todas as pimentas juntas (vinagre de Champagne, vinho branco seco e sal ao fogo até levantar fervura, despeje em vidro esterilizado e com as pimentas higienizadas).
Postado por Nina Moori.
Postado por Nina Moori.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Pão rústico integral (fermentação natural - keffir)
Tudo começou com o nascimento de mais um fermento natural: etapa 1 e etapa 2.
Confeccionado com farinha de glúten , keffir e água, o fermento natural Romolo (nome mais votado pelos leitores) dividirá espaço na minha cozinha com o John e o Pierre.
Usei farinha de trigo integral, keffir e linhaça na primeira (de muitas, espero) fornada com o Romolo.
Depois da última realimentação, o fermento dobrou de volume após 4 horas e estava pronto para usar.
Pão rústico (fermentação natural) integral com linhaça:
250g de farinha de trigo integral
20g de linhaça
50g de Romolo (fermento natural à base de keffir)
50g de keffir
120ml de água filtrada
4g de sal marinho
10ml de azeite
Misture a farinha com linhaça. Faça uma cova e una o Romolo e o keffir. Incorpore a farinha, adicionando água. Una o sal. Trabalhe a massa por 8 minutos. Una o azeite.
Coloque em bowl levemente untado com azeite, cubra com filme, faça alguns furos e deixe crescer até dobrar de volume (6-12h).
Abra a massa espalhe um fio de azeite, polvilhe um pouco de manjericão seco, enrole e disponha em placa untada e polvilhada. Cubra e deixe repousar por 1h.
Polvilhe farinha de trigo, dê cortes com bisturi para pão ou faca afiada. Asse à 190-200ºC por 40 minutos.
Esfrie sobre grade.
Gostei do resultado. Não ficou tão ácido quanto imaginei, mas acredito que com o tempo este fermento natural (Romolo) se tornará o provedor dos pães mais ácidos (comparando com o John e o Pierre) de casa.
Dúvidas nas transformações de gramas para xícaras e colheres medidoras? Verifique aqui.
Postado por Nina Moori.
Confeccionado com farinha de glúten , keffir e água, o fermento natural Romolo (nome mais votado pelos leitores) dividirá espaço na minha cozinha com o John e o Pierre.
Usei farinha de trigo integral, keffir e linhaça na primeira (de muitas, espero) fornada com o Romolo.
Depois da última realimentação, o fermento dobrou de volume após 4 horas e estava pronto para usar.
fermento natural Romolo pronto para usar
o pão de fermentação natural
Pão rústico (fermentação natural) integral com linhaça:
250g de farinha de trigo integral
20g de linhaça
50g de Romolo (fermento natural à base de keffir)
50g de keffir
120ml de água filtrada
4g de sal marinho
10ml de azeite
Misture a farinha com linhaça. Faça uma cova e una o Romolo e o keffir. Incorpore a farinha, adicionando água. Una o sal. Trabalhe a massa por 8 minutos. Una o azeite.
Coloque em bowl levemente untado com azeite, cubra com filme, faça alguns furos e deixe crescer até dobrar de volume (6-12h).
Abra a massa espalhe um fio de azeite, polvilhe um pouco de manjericão seco, enrole e disponha em placa untada e polvilhada. Cubra e deixe repousar por 1h.
Polvilhe farinha de trigo, dê cortes com bisturi para pão ou faca afiada. Asse à 190-200ºC por 40 minutos.
Esfrie sobre grade.
Gostei do resultado. Não ficou tão ácido quanto imaginei, mas acredito que com o tempo este fermento natural (Romolo) se tornará o provedor dos pães mais ácidos (comparando com o John e o Pierre) de casa.
Dúvidas nas transformações de gramas para xícaras e colheres medidoras? Verifique aqui.
Postado por Nina Moori.
sábado, 26 de março de 2011
Bolo de milho e coco - gluten free
A farinha de milho flocada que havia sobrado depois de um Cuscuz no vapor (servido com molho ao Sugo) se transformou em um bolo de milho com coco.
No meio da produção deste bolo percebi que esta seria mais uma receita gluten free postada no Gourmandise.
Bolo de milho e coco (sem gluten):
300ml de água filtrada
30g de leite em pó (pode substituir a água e o leite em pó por 300ml de leite integral)
90g de açúcar orgânico claro (se preferir um bolo mais doce, acrescente mais 30g de açúcar)
110g de farinha de milho flocada
1g de sal marinho
45g de manteiga sem sal
30g de coco ralado
5g de fermento químico
100g de ovos de galinha caipira
Dissolva o leite na água em uma panela. Una o açúcar, farinha de milho, sal e manteiga. Leve ao fogo baixo, mexendo com espátula, por cerca de 7 minutos ou engrossar. Troque de recipiente e esfrie.
Una o coco e o fermento. Bata levemente os ovos com garfo e adicione aos poucos ao creme de milho, batendo bem com espátula para incorporar.
Coloque em forma de bolo inglês untada com óleo e farinha de milho ou fubá. Alise a superfície com os dedos umedecidos.
Asse à 180ºC por 45 minutos.
O bolo ficou mais úmido e saboroso no dia seguinte.
Dúvidas nas medidas dos ingredientes? Entre aqui.
Postado por Nina Moori.
No meio da produção deste bolo percebi que esta seria mais uma receita gluten free postada no Gourmandise.
Bolo de milho e coco (sem gluten):
300ml de água filtrada
30g de leite em pó (pode substituir a água e o leite em pó por 300ml de leite integral)
90g de açúcar orgânico claro (se preferir um bolo mais doce, acrescente mais 30g de açúcar)
110g de farinha de milho flocada
1g de sal marinho
45g de manteiga sem sal
30g de coco ralado
5g de fermento químico
100g de ovos de galinha caipira
Dissolva o leite na água em uma panela. Una o açúcar, farinha de milho, sal e manteiga. Leve ao fogo baixo, mexendo com espátula, por cerca de 7 minutos ou engrossar. Troque de recipiente e esfrie.
Una o coco e o fermento. Bata levemente os ovos com garfo e adicione aos poucos ao creme de milho, batendo bem com espátula para incorporar.
Coloque em forma de bolo inglês untada com óleo e farinha de milho ou fubá. Alise a superfície com os dedos umedecidos.
Asse à 180ºC por 45 minutos.
O bolo ficou mais úmido e saboroso no dia seguinte.
Dúvidas nas medidas dos ingredientes? Entre aqui.
Postado por Nina Moori.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Sorbet de Spritz
A primeira vez que ouvi falar em Spritz foi em 2008, após a viagem do Marcel à Vinitaly. Ele disse que era uma bebida muito simples, refrescante e com um elegante toque amargo.
Ao organizar a lista de sorvetes já publicados no Gourmandise percebi que tinha pouquíssimas receitas de sorbets. Imaginando quais sabores seriam interessantes, lembrei do Spritz que havia bebido no almoço.
Sorbet de spritz:
400ml de espumante branco seco
200ml de suco de grapefruit coado (pomelo)
100g de açúcar orgânico claro
20g de xarope de glucose
suco de 1 limão Tahiti
3tbsp de Aperol
Leve o espumante, suco, açúcar e xarope de glucose ao fogo médio até dissolver. Troque de recipiente e gele. Una o suco de limão e Aperol e coloque na sorveteira seguindo as intruções de uso.
Recomendo consumir este sorbet com moderação...
Dúvidas sobre as equivalências entre mililitros e xícaras medidoras? Entre aqui.
Postado por Nina Moori.
Ao organizar a lista de sorvetes já publicados no Gourmandise percebi que tinha pouquíssimas receitas de sorbets. Imaginando quais sabores seriam interessantes, lembrei do Spritz que havia bebido no almoço.
Sorbet de spritz:
400ml de espumante branco seco
200ml de suco de grapefruit coado (pomelo)
100g de açúcar orgânico claro
20g de xarope de glucose
suco de 1 limão Tahiti
3tbsp de Aperol
Leve o espumante, suco, açúcar e xarope de glucose ao fogo médio até dissolver. Troque de recipiente e gele. Una o suco de limão e Aperol e coloque na sorveteira seguindo as intruções de uso.
Recomendo consumir este sorbet com moderação...
Dúvidas sobre as equivalências entre mililitros e xícaras medidoras? Entre aqui.
Postado por Nina Moori.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Arroz integral com funghi secchi
Acordei naquele dia com vontade de comer pasta com funghi secchi. Na hora do almoço percebi que não havia pasta seca suficiente. Procurei pela polenta bramata e também não encontrei, só visualizei um pacote aberto de arroz integral.
Arroz integral com funghi secchi: refogue duas cebolinhas, 1/4 de pimenta vermelha sem semente, uma cebola roxa e um dente de alho. Acrescente 60g de arroz integral, 25ml de vinho tinto seco, caldo do funghi hidratado (hidrato o funghi secchi por 30 minutos em água quente), fundo de legumes caseiro (deixe aqueles caldos prontos em cubinho, pozinho e potinho fora da sua cozinha - você ganhará sabor de verdade e saúde para aproveitar muitos anos de boa mesa) e funghi secchi hidratado em pedaços. Cozinhe em fogo baixo com tampa semi aberta. Finalize com flor de sal, pimenta do reino moída na hora e um bom azeite.
Postado por Nina Moori.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Fermento natural de keffir - dia 5
O novo fermento natural à base de keffir ainda nem está pronto e alguns leitores já solicitaram um pedaço.
No quinto dia, a mistura inicial para o fermento de keffir estava com aquele odor característico de fermentação.
Retirei a camada ressecada que cobria a pasta aerada. Realimentei com 50g de farinha de gluten e 25ml de água filtrada, passei para um recipiente limpo (aliás, a higiene é super importante para evitar a proliferação de substâncias indesejadas), cobri com filme plástico deixando uma "ponta" aberta.
Retire a quantidade necessária para confeccionar o seu pão e armazene o restante para os seus próximos pães (realimentando a cada 2 dias - quando o tempo esquenta, realimento, aguardo 2h e mantenho em geladeira).
Já sugeriram alguns nomes ao fermento natural de keffir. E para você qual seria o melhor nome?
1- Obama
2- Astolfo
3- Said
4- Sofia
5- sugira outro nome
Postado por Nina Moori.
No quinto dia, a mistura inicial para o fermento de keffir estava com aquele odor característico de fermentação.
Retirei a camada ressecada que cobria a pasta aerada. Realimentei com 50g de farinha de gluten e 25ml de água filtrada, passei para um recipiente limpo (aliás, a higiene é super importante para evitar a proliferação de substâncias indesejadas), cobri com filme plástico deixando uma "ponta" aberta.
após realimentar
Depois de cerca de 12 horas, quando este composto de farinhas de trigos + keffir + água dobrou de volume, retirei a camada superior ressecada, realimentei novamente com 50 gramas de farinha de trigo e 25 mililitros de água filtrada. Cobri como nos processos anteriores e aguardei dobrar de volume (depende do clima, pode levar 3h à 6h).
12 horas depois
Retire a quantidade necessária para confeccionar o seu pão e armazene o restante para os seus próximos pães (realimentando a cada 2 dias - quando o tempo esquenta, realimento, aguardo 2h e mantenho em geladeira).
Já sugeriram alguns nomes ao fermento natural de keffir. E para você qual seria o melhor nome?
1- Obama
2- Astolfo
3- Said
4- Sofia
5- sugira outro nome
Postado por Nina Moori.
terça-feira, 22 de março de 2011
Chez Fabrice - SPRW 2011
Havia prometido que neste SPRW 2011 iria fugir das intermináveis filas de espera (e do serviço atrapalhado de algumas casas). Mas não resisti, meu estômago venceu o meu bom senso.
Aproveitei uma segunda-feira de trabalhos cancelados para almoçar com a minha mãe no bistrot Chez Fabrice.
Começamos com: Gazpacho e Terrine de pâté de campagne - ambos bons
Para os principais: Steak Tartare com fritas - carne picada na ponta da faca (comme il fault), mas ficaria melhor com dois graus de doçura a menos.
A Île flottante me deixou surpresa. Raramente uma sobremesa clássica é confeccionada com tanto esmero e uso correto da quantidade de açúcar.
O serviço da brigada de salão estava ligeiramente confuso com o alto movimento da casa, mas não perdeu a simpatia.
O Chez Fabrice soube aproveitar o contexto do São Paulo Restaurant Week servindo pratos interessantes e executados com atenção. Despertou a vontade de uma próxima visita para explorar o menu regular da casa.
Faixa de preço: $$ (com água, serviço e contribuição social por pessoa)
Postado por Nina Moori.
Aproveitei uma segunda-feira de trabalhos cancelados para almoçar com a minha mãe no bistrot Chez Fabrice.
Começamos com: Gazpacho e Terrine de pâté de campagne - ambos bons
Para os principais: Steak Tartare com fritas - carne picada na ponta da faca (comme il fault), mas ficaria melhor com dois graus de doçura a menos.
A Île flottante me deixou surpresa. Raramente uma sobremesa clássica é confeccionada com tanto esmero e uso correto da quantidade de açúcar.
O serviço da brigada de salão estava ligeiramente confuso com o alto movimento da casa, mas não perdeu a simpatia.
O Chez Fabrice soube aproveitar o contexto do São Paulo Restaurant Week servindo pratos interessantes e executados com atenção. Despertou a vontade de uma próxima visita para explorar o menu regular da casa.
Faixa de preço: $$ (com água, serviço e contribuição social por pessoa)
Postado por Nina Moori.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Melon Pan (Meronpan)
Folhear antigos livros e revistas é um dos meus passatempos preferidos. Observando uma revista japonesa dos anos noventa, me deparei com o Melon Pan, um pão doce aromatizado com essência de melão e coberto por uma camada crocante e açucarada.
Pesquisei sobre a essência de melão no Brasil e só encontrei um produtor que comercializava em quantidade industrial e outro para uso não alimentício (velas perfumadas). Lembro de desabafar no twitter sobre a minha desventura com a tal essência.
Um dia chego em casa e encontro um sedex enviado pela Marisa Ono (a mesma do alho negro). Ao abrir a caixa: um vidrinho de essência de melão japonesa. Iupi!
Meronpan (Melon pan):
(pão)
200g de farinha de trigo
15g de leite em pó
36g de açúcar orgânico claro
4g de fermento biológico seco
25g de ovo orgânico
2g de sal marinho
20g de manteiga sem sal temp. amb.
2ml de essência de melão
(cobertura)
40g de manteiga sem sal temp. amb.
50g de açúcar orgânico claro
25g de ovo orgânico
120g de farinha de trigo
2g de fermento químico
5ml de essência de melão
Pão: Misture a farinha de trigo, leite em pó, açúcar e fermento. Una o ovo ligeiramente batido. Agregue a manteiga. Trabalhe a massa e adicione o sal e a essência de melão. A massa ficará lisa e elástica. Cubra e deixe crescer por 40-50 minutos.
Faça um rolo com a massa, divida em 9-10 unidades e boleie. Cubra e deixe repousar por 15 minutos.
Cobertura crocante: Bata a manteiga com açúcar. Una o ovo, a essência de melão e misture para incorporar. Adicione a farinha e o fermento. Faça um rolo com a massa e divida em 9-10 partes. Boleie, cubra e gele por 20 minutos.
Abra em discos de 10cm de diâmetro e cubra aos pães (deixe o fundo descoberto para o pão poder crescer). Passe a parte com a cobertura no açúcar orgânico claro ou cristal.
Disponha em placa com silpat ou papel manteiga. Corte com bisturi para pão.
Cubra e deixe crescer por 30 minutos.
Asse à 180ºC por 25 minutos. Esfrie sobre grade.
Estava tão ansiosa com o resultado que experimentei o Melon Pan ainda quente. A cobertura crocante ficou menos doce que imaginava.
Alguma dúvida sobre os pesos e medidas dos ingredientes?
Postado por Nina Moori.
Pesquisei sobre a essência de melão no Brasil e só encontrei um produtor que comercializava em quantidade industrial e outro para uso não alimentício (velas perfumadas). Lembro de desabafar no twitter sobre a minha desventura com a tal essência.
Um dia chego em casa e encontro um sedex enviado pela Marisa Ono (a mesma do alho negro). Ao abrir a caixa: um vidrinho de essência de melão japonesa. Iupi!
Meronpan (Melon pan):
(pão)
200g de farinha de trigo
15g de leite em pó
36g de açúcar orgânico claro
4g de fermento biológico seco
25g de ovo orgânico
2g de sal marinho
20g de manteiga sem sal temp. amb.
2ml de essência de melão
(cobertura)
40g de manteiga sem sal temp. amb.
50g de açúcar orgânico claro
25g de ovo orgânico
120g de farinha de trigo
2g de fermento químico
5ml de essência de melão
Pão: Misture a farinha de trigo, leite em pó, açúcar e fermento. Una o ovo ligeiramente batido. Agregue a manteiga. Trabalhe a massa e adicione o sal e a essência de melão. A massa ficará lisa e elástica. Cubra e deixe crescer por 40-50 minutos.
Faça um rolo com a massa, divida em 9-10 unidades e boleie. Cubra e deixe repousar por 15 minutos.
Cobertura crocante: Bata a manteiga com açúcar. Una o ovo, a essência de melão e misture para incorporar. Adicione a farinha e o fermento. Faça um rolo com a massa e divida em 9-10 partes. Boleie, cubra e gele por 20 minutos.
Abra em discos de 10cm de diâmetro e cubra aos pães (deixe o fundo descoberto para o pão poder crescer). Passe a parte com a cobertura no açúcar orgânico claro ou cristal.
Disponha em placa com silpat ou papel manteiga. Corte com bisturi para pão.
Cubra e deixe crescer por 30 minutos.
Asse à 180ºC por 25 minutos. Esfrie sobre grade.
Estava tão ansiosa com o resultado que experimentei o Melon Pan ainda quente. A cobertura crocante ficou menos doce que imaginava.
Alguma dúvida sobre os pesos e medidas dos ingredientes?
Postado por Nina Moori.
sábado, 19 de março de 2011
Fermento natural de keffir
O John e o Pierre estão muito bem. Sobreviveram perfeitamente à desidratação e ao último verão. Já o Severino foi "assassinado" pela pessoa responsável por realimentá-lo durante as minhas férias - aprendi da forma mais cruel que não devo deixar as minhas "crias" por aí.
Os pães rústicos (fermentação natural) foram produzidos em menor escala em casa no verão. O calor no último trimestre fazia os fermentos crescerem mais rápido que o normal e consequentemente os pães cresciam com maior velocidade e desenvolviam menos aromas característicos.
Estes últimos dias amanheceram nublados e acho que a garoa ajudará a diminuir ainda mais a temperatura. Clima perfeito para começar um novo fermento natural.
O ingrediente da vez é o keffir. Comecei ontem misturando 10g de farinha de trigo integral, 40g de farinha de glúten, 25ml de keffir e 25ml de água filtrada. Polvilhei com um pouco de farinha de trigo, cobri com filme plástico, fiz alguns furinhos e deixei repousar. Depois de 4-5 dias realimentarei com farinha de trigo e água filtrada.
Este fermento natural ainda não tem nome. Sugere algum?
Postado por Nina Moori.
Os pães rústicos (fermentação natural) foram produzidos em menor escala em casa no verão. O calor no último trimestre fazia os fermentos crescerem mais rápido que o normal e consequentemente os pães cresciam com maior velocidade e desenvolviam menos aromas característicos.
Estes últimos dias amanheceram nublados e acho que a garoa ajudará a diminuir ainda mais a temperatura. Clima perfeito para começar um novo fermento natural.
O ingrediente da vez é o keffir. Comecei ontem misturando 10g de farinha de trigo integral, 40g de farinha de glúten, 25ml de keffir e 25ml de água filtrada. Polvilhei com um pouco de farinha de trigo, cobri com filme plástico, fiz alguns furinhos e deixei repousar. Depois de 4-5 dias realimentarei com farinha de trigo e água filtrada.
foto do fermento natural de keffir - dia 2
Este fermento natural ainda não tem nome. Sugere algum?
Postado por Nina Moori.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Bolo cremoso de maçã
Esta foi uma receita improvisada, aproveitando as maçãs, o creme de leite fresco e as nozes que encontrei em casa.
Bolo cremoso de maçã:
70g de manteiga sem sal temp. amb.
95g de açúcar orgânico claro
50g de ovo orgânico
240g de farinha de trigo
7g de fermento químico
1g de macis
1g de sal marinho
50g de nozes picadas
180ml de crème fraîche
12ml de extrato de baunilha caseiro
330g de maçã sem casca em cubinhos (cerca de 2 unidades médias)
Peneire a farinha de trigo, fermento, macis e sal. Una as nozes e reserve.
Bata a manteiga com o açúcar com espátula até obter um creme claro. Una o ovo e misture para incorporar. Acrescente o extrato.
Adicione os ingredientes alternando com o crème fraîche. Incorpore as maçãs.
Disponha em forma untada e polvilhada com farinha de trigo.
Asse à 180ºC por 40 minutos.
O bolo ficou crocante por fora e super úmido, praticamente cremoso por dentro.
Para transformar mililitros e gramas em colheres e xícaras medidoras, entre aqui.
Postado por Nina Moori.
Bolo cremoso de maçã:
70g de manteiga sem sal temp. amb.
95g de açúcar orgânico claro
50g de ovo orgânico
240g de farinha de trigo
7g de fermento químico
1g de macis
1g de sal marinho
50g de nozes picadas
180ml de crème fraîche
12ml de extrato de baunilha caseiro
330g de maçã sem casca em cubinhos (cerca de 2 unidades médias)
Peneire a farinha de trigo, fermento, macis e sal. Una as nozes e reserve.
Bata a manteiga com o açúcar com espátula até obter um creme claro. Una o ovo e misture para incorporar. Acrescente o extrato.
Adicione os ingredientes alternando com o crème fraîche. Incorpore as maçãs.
Disponha em forma untada e polvilhada com farinha de trigo.
Asse à 180ºC por 40 minutos.
O bolo ficou crocante por fora e super úmido, praticamente cremoso por dentro.
Para transformar mililitros e gramas em colheres e xícaras medidoras, entre aqui.
Postado por Nina Moori.
quinta-feira, 17 de março de 2011
Frozen yogurt de frutas negras
Marcel: olha, apontando para as duas caixinhas de frutas em suas mãos, você poderia fazer algo gostoso com isso.
Nina: Torta, bolo ou sorvete?
Frozen yogurt de frutas negras (amora e mirtillo):
125g de mirtillo fresco
125g de amora fresca
50g de açúcar orgânico claro 1
50ml de água filtrada
190ml de creme de leite fresco
20g de gema de ovo orgânico
20g de açúcar orgânico claro 2
190ml de iogurte integral natural
Leve as frutas negras com açúcar 1 e água ao fogo médio. Quando começar a borbulhar, abaixe o fogo e cozinhe por 15 minutos. Esfrie. Liquidifique com o iogurte e coe, descartando as sementes. Gele.
Faça o crème anglaise com creme de leite, açúcar 2 e gema de ovo. Esfrie e gele.
Misture o creme de iogurte com frutas negras com o anglaise. Coloque na sorveteira seguindo as instruções de uso.
Prefere pesar seus ingredientes com colheres e xícaras medidoras? Entre aqui.
Postado por Nina Moori.
Nina: Torta, bolo ou sorvete?
Frozen yogurt de frutas negras (amora e mirtillo):
125g de mirtillo fresco
125g de amora fresca
50g de açúcar orgânico claro 1
50ml de água filtrada
190ml de creme de leite fresco
20g de gema de ovo orgânico
20g de açúcar orgânico claro 2
190ml de iogurte integral natural
Leve as frutas negras com açúcar 1 e água ao fogo médio. Quando começar a borbulhar, abaixe o fogo e cozinhe por 15 minutos. Esfrie. Liquidifique com o iogurte e coe, descartando as sementes. Gele.
Faça o crème anglaise com creme de leite, açúcar 2 e gema de ovo. Esfrie e gele.
Misture o creme de iogurte com frutas negras com o anglaise. Coloque na sorveteira seguindo as instruções de uso.
Prefere pesar seus ingredientes com colheres e xícaras medidoras? Entre aqui.
Postado por Nina Moori.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Rosa Maria
A moderna e discreta arquitetura do estabelecimento chamou a nossa atenção desde a época de sua reforma. Localizada no caminho de uma das nossas rotas de fuga do tráfego pesado da Heitor Penteado, o restaurante Rosa Maria inaugurou sem criar muito alarde na mídia.
Em uma dessas noites quentes, fomos conhecer a gastronomia do Rosa Maria.
Gazpacho - faltou a doçura natural do tomate maduro e mais emulsão de azeite, no entanto sobrou cebolinha.
Costelinha suína caramelizada - boa, mas o preço cobrado por esta entrada me deixou reticente.
Paleta suína à Torremocha com farofa de ovo, banana e cebola - carne suculenta acompanhada de uma deliciosa farofa de banana.
Acompanhamos este jantar à base de carne suína com o ótimo e biodinâmico Quinta da Covela tinto 2005 (infelizmente não será mais vinificado - no site da vinícola aparece: "O projecto Quinta de Covela acabou” - comenta-se que o ex-proprietário, Nuno Araújo, cedeu a posse da vinícola a um banco de crédito) que levamos de casa.
O garçon que nos atendeu foi muito atencioso e sabia descrever muito bem a confecção dos pratos.
Faixa de preço: $$$ (com água mineral e rolha, por pessoa)
Postado por Nina Moori.
Em uma dessas noites quentes, fomos conhecer a gastronomia do Rosa Maria.
Gazpacho - faltou a doçura natural do tomate maduro e mais emulsão de azeite, no entanto sobrou cebolinha.
Costelinha suína caramelizada - boa, mas o preço cobrado por esta entrada me deixou reticente.
Paleta suína à Torremocha com farofa de ovo, banana e cebola - carne suculenta acompanhada de uma deliciosa farofa de banana.
Acompanhamos este jantar à base de carne suína com o ótimo e biodinâmico Quinta da Covela tinto 2005 (infelizmente não será mais vinificado - no site da vinícola aparece: "O projecto Quinta de Covela acabou” - comenta-se que o ex-proprietário, Nuno Araújo, cedeu a posse da vinícola a um banco de crédito) que levamos de casa.
O garçon que nos atendeu foi muito atencioso e sabia descrever muito bem a confecção dos pratos.
Faixa de preço: $$$ (com água mineral e rolha, por pessoa)
Postado por Nina Moori.
terça-feira, 15 de março de 2011
Domaine Baud - Côtes du Jura Poulsard 2007
Mesmo com o bom sortimento de rótulos de vinhos disponíveis em nosso mercado, sentimos falta de mais opções com variedades singulares e temperamentais como a Poulsard. Normalmente são vinhos de coloração clarinha, aromas de frutas frescas e de embutidos, bom frescor, álcool moderado e, quase contraditoriamente, taninos marcantes. Em suma, vinhos que pedem comida para acompanhar. Nada daqueles blockbusters onde costumam recomendar a escolta de algum prato (normalmente algum assado com bom teor de gordura) apenas com o intuito de "apagar" seus dotes superlativos que se tornam enjoativos após alguns minutos. às vezes, menos é mais.
Só me recordo de encontrar um rótulo desta variedade disponível no Brasil.
Postado por Marcel Miwa.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Papas nativas - batatas peruanas
A nossa viagem ao Peru, especificamente ao CIP, alterou completamente a nossa visão sobre as batatas e o trânsito. Após o desembarque no aeroporto de Lima, demoramos cerca de duas horas e meia para percorrer os 18 quilômetros de distância até o CIP. O engenheiro e especialista em taxonomia Alberto Salas (na realidade uma das maiores autoridades mundiais em identificação e mapeamento das diferentes espécies de batatas) nos guiou por uma visita à sede do CIP e explicou sobre a origem, variedades, armazenamento, pesquisas, processamentos e usos.
Após enumerar as qualidades proteicas das batatas (vitamina C, cálcio, magnésio e ferro), Salas afirmou que a batata pode desenvolver um aspecto negativo: substâncias cancerígenas são criadas quando as batatas são submetidas à fritura. Por outro lado,
a solamina (que dá a cor esverdeada à casca da batata quando velha), por muitos tida como cancerígena na realidade não é. A solamina é um glicoalcalóide, uma substância não cancerígena que apresenta baixa toxicidade e pode manifestar alergias em pessoas mais sensíveis.
Trouxe uma pequena amostra de cinco variedades de batatas para casa. Com certeza não utilizei o método de cocção mais apropriado para cada tipo, apenas cozinhei em água com sal marinho, salteei com alho e azeite e temperei com flor de sal e ají.
Após enumerar as qualidades proteicas das batatas (vitamina C, cálcio, magnésio e ferro), Salas afirmou que a batata pode desenvolver um aspecto negativo: substâncias cancerígenas são criadas quando as batatas são submetidas à fritura. Por outro lado,
a solamina (que dá a cor esverdeada à casca da batata quando velha), por muitos tida como cancerígena na realidade não é. A solamina é um glicoalcalóide, uma substância não cancerígena que apresenta baixa toxicidade e pode manifestar alergias em pessoas mais sensíveis.
eng. Alberto Salas
Trouxe uma pequena amostra de cinco variedades de batatas para casa. Com certeza não utilizei o método de cocção mais apropriado para cada tipo, apenas cozinhei em água com sal marinho, salteei com alho e azeite e temperei com flor de sal e ají.
as "papas" in natura
"papas" cozidas e salteadas
Aromas, cores, texturas e sabores completamente diferentes em cada batata. Estas "papas nativas" merecem ser o principal atrativo em um prato e não somente um acompanhamento.
O artigo completo sobre a nossa visita ao CIP está na primeira edição da revista diVino Sabores.
O artigo completo sobre a nossa visita ao CIP está na primeira edição da revista diVino Sabores.
Postado por Marcel Miwa e Nina Moori.
sexta-feira, 11 de março de 2011
Sorvete de figo fresco
Geralmente confecciono sorvete com uma porcentagem de creme de leite fresco. Quando abri a geladeira para certificar que tinha em casa todos os ingredientes notei que o creme de leite havia acabado.
Sorvete de figos frescos:
210g de figos frescos sem casca (cerca de 6 unidades)
30g de açúcar orgânico claro 1
350ml de leite integral
20g de açúcar orgânico claro 2
20g de gema de ovo caipira
3ml de Mazaher (água de flor de laranjeira - opcional)
Corte os figos em gomos ou fatias, una o açúcar 1 e cozinhe em fogo bem baixo até a fruta ficar tenra. Esfrie e gele.
Faça o crème anglaise. Esfrie e gele.
Amasse o figo com garfo e misture com o crème anglaise e a Mazaher. Coloque na máquina de sorvete seguindo as instruções de uso.
O Marcel disse que se tivesse utilizado creme de leite, a gordura poderia encobrir a delicadeza e frescor do figo maduro.
Alguma dúvida sobre os pesos e medidas dos ingredientes? Confira aqui.
Postado por Nina Moori.
Sorvete de figos frescos:
210g de figos frescos sem casca (cerca de 6 unidades)
30g de açúcar orgânico claro 1
350ml de leite integral
20g de açúcar orgânico claro 2
20g de gema de ovo caipira
3ml de Mazaher (água de flor de laranjeira - opcional)
Corte os figos em gomos ou fatias, una o açúcar 1 e cozinhe em fogo bem baixo até a fruta ficar tenra. Esfrie e gele.
Faça o crème anglaise. Esfrie e gele.
Amasse o figo com garfo e misture com o crème anglaise e a Mazaher. Coloque na máquina de sorvete seguindo as instruções de uso.
O Marcel disse que se tivesse utilizado creme de leite, a gordura poderia encobrir a delicadeza e frescor do figo maduro.
Alguma dúvida sobre os pesos e medidas dos ingredientes? Confira aqui.
Postado por Nina Moori.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Marcelino Pan y Vino
Você já entrou em um restaurante por engano?
Pode parecer estranho, mas dias atrás saímos de casa com o intuito de conhecer uma hamburgueria na rua Girassol, na Vila Madalena. Estacionamos na rua, na primeira vaga que encontramos e caminhamos à pé até o que achávamos se tratar da lanchonete. Assim que nos sentamos em uma das mesas da agradável área externa, observei o logo da casa e...
Foi assim que conhecemos a Marcelino Pan y Vino (R.Girassol, 451, Vila Madelena).
O cardápio era composto por alguns pratos rápidos como saladas, omeletes, petiscos e pastas, mas optamos pelos sanduíches, já que saímos de casa com vontade de comê-los:
Cachorrão - com boa salsicha, queijo tipo emmenthal (gentilmente substituindo o cheddar) e muita batata palha (até demais).
Burguer com emmenthal e molho de mostarda - um hamburguer sem surpresas.
Os pães de ambos sanduiches eram confeccionado à base de fermentação natural, mas senti falta daquele aroma rústico característico (profundo, levemente ácido e evoluído) e da textura dos produtos com este tipo de fermento. Fiquei um pouco desapontada.
O serviço da brigada de salão foi atencioso.
A jarra de água filtrada é cortesia da casa.
Faixa de preço: $$ (com taça de vinho e um sanduíche, por pessoa)
Postado por Nina Moori.
Pode parecer estranho, mas dias atrás saímos de casa com o intuito de conhecer uma hamburgueria na rua Girassol, na Vila Madalena. Estacionamos na rua, na primeira vaga que encontramos e caminhamos à pé até o que achávamos se tratar da lanchonete. Assim que nos sentamos em uma das mesas da agradável área externa, observei o logo da casa e...
Foi assim que conhecemos a Marcelino Pan y Vino (R.Girassol, 451, Vila Madelena).
O cardápio era composto por alguns pratos rápidos como saladas, omeletes, petiscos e pastas, mas optamos pelos sanduíches, já que saímos de casa com vontade de comê-los:
Cachorrão - com boa salsicha, queijo tipo emmenthal (gentilmente substituindo o cheddar) e muita batata palha (até demais).
Burguer com emmenthal e molho de mostarda - um hamburguer sem surpresas.
Os pães de ambos sanduiches eram confeccionado à base de fermentação natural, mas senti falta daquele aroma rústico característico (profundo, levemente ácido e evoluído) e da textura dos produtos com este tipo de fermento. Fiquei um pouco desapontada.
O serviço da brigada de salão foi atencioso.
A jarra de água filtrada é cortesia da casa.
Faixa de preço: $$ (com taça de vinho e um sanduíche, por pessoa)
Postado por Nina Moori.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Torta de Mirtillo
Uma caixinha de mirtillo frescos, um pouco de manteiga e uma única clara de ovo na geladeira.
O que fazer?
Quem sabe uma torta?
Sim, uma torta de mirtillo!
Torta de mirtillo e keffir:
(massa)
130g de farinha de trigo
1g de sal marinho
10g de açúcar orgânico claro
20g de manteiga sem sal gelada em cubinhos
30g de clara de ovo orgânico
25ml de água filtrada
Misture os ingredientes secos. Una a manteiga e trabalhe com a ponta dos dedos ou garfo até obter uma farofa. Una a clara. Adicione a água em três etapas. A massa deve ficar lisa e uniforme. Embrulhe e gele por 15 minutos.
Abra com auxílio de rolo e forre lateral e fundo de forma de 18cm de diâmetro. Faça furos e pré asse por 15 minutos à 180ºC.
(recheio)
125g de mirtillo fresco (pode usar o congelado)
50g de açúcar orgânico claro
15g de farinha de trigo
5ml de essência de baunilha caseira
215ml de keffir (ou iogurte natural)
Espalhe as frutas sobre a massa pré assada. Misture a farinha com o açúcar. Una o keffir aos poucos, misturando com fouet. Adicione o essência. Verta com cuidado sobre as frutas.
(cobertura)
10g de açúcar orgânico claro
10g de manteiga sem sal derretida (não use quente)
10g de farinha de rosca caseira
Misture tudo e espalhe sobre o creme de keffir. Asse à 180ºC por 40 minutos.
Esfrie e desenforme.
Sirva morna, temperatura ambiente ou gelada.
O que era um improviso acabou se tornando uma honesta torta.
Para transformar gramas e mililitros em xícaras e colheres medidoras entre aqui.
Postado por Nina Moori.
O que fazer?
Quem sabe uma torta?
Sim, uma torta de mirtillo!
Torta de mirtillo e keffir:
(massa)
130g de farinha de trigo
1g de sal marinho
10g de açúcar orgânico claro
20g de manteiga sem sal gelada em cubinhos
30g de clara de ovo orgânico
25ml de água filtrada
Misture os ingredientes secos. Una a manteiga e trabalhe com a ponta dos dedos ou garfo até obter uma farofa. Una a clara. Adicione a água em três etapas. A massa deve ficar lisa e uniforme. Embrulhe e gele por 15 minutos.
Abra com auxílio de rolo e forre lateral e fundo de forma de 18cm de diâmetro. Faça furos e pré asse por 15 minutos à 180ºC.
(recheio)
125g de mirtillo fresco (pode usar o congelado)
50g de açúcar orgânico claro
15g de farinha de trigo
5ml de essência de baunilha caseira
215ml de keffir (ou iogurte natural)
Espalhe as frutas sobre a massa pré assada. Misture a farinha com o açúcar. Una o keffir aos poucos, misturando com fouet. Adicione o essência. Verta com cuidado sobre as frutas.
(cobertura)
10g de açúcar orgânico claro
10g de manteiga sem sal derretida (não use quente)
10g de farinha de rosca caseira
Misture tudo e espalhe sobre o creme de keffir. Asse à 180ºC por 40 minutos.
Esfrie e desenforme.
Sirva morna, temperatura ambiente ou gelada.
O que era um improviso acabou se tornando uma honesta torta.
Para transformar gramas e mililitros em xícaras e colheres medidoras entre aqui.
Postado por Nina Moori.
sexta-feira, 4 de março de 2011
Sorvete de cereja
Aproveitei a última leva de cerejas frescas para fazer mais um sorvete.
Sorvete de cerejas frescas:
280g de cereja fresca sem caroço (cerca de 1 pacotinho)
30g de açúcar orgânico claro
200ml de leite integral
150ml de creme de leite fresco
20g de gemas de ovos caipiras
10g de vanille (açúcar baunilhado)
Em uma panela, coloque as cerejas frescas e o açúcar. Leve ao fogo baixo para cozinhar até que a fruta fique tenra. Esfrie e amasse com garfo ou processe rapidamente. Gele.
Faça o crème anglaise com o vanille. Esfrie e gele. Una as cerejas cozidas e amassadas.
Coloque na sorveteira seguindo as instruções de uso.
Além de um bom gelado, esta receita rendeu dedos tingidos de roxo. Fica a dica para quem não possui descaroçador de cereja: use luvas descartáveis.
Para conferir as equivalências entre mililitros e gramas para xícaras e colheres medidoras: Pesos e Medidas.
Postado por Nina Moori.
Sorvete de cerejas frescas:
280g de cereja fresca sem caroço (cerca de 1 pacotinho)
30g de açúcar orgânico claro
200ml de leite integral
150ml de creme de leite fresco
20g de gemas de ovos caipiras
10g de vanille (açúcar baunilhado)
Em uma panela, coloque as cerejas frescas e o açúcar. Leve ao fogo baixo para cozinhar até que a fruta fique tenra. Esfrie e amasse com garfo ou processe rapidamente. Gele.
Faça o crème anglaise com o vanille. Esfrie e gele. Una as cerejas cozidas e amassadas.
Coloque na sorveteira seguindo as instruções de uso.
Além de um bom gelado, esta receita rendeu dedos tingidos de roxo. Fica a dica para quem não possui descaroçador de cereja: use luvas descartáveis.
Para conferir as equivalências entre mililitros e gramas para xícaras e colheres medidoras: Pesos e Medidas.
Postado por Nina Moori.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Hina Matsuri - o Dia das Meninas
Hoje, três de março, é o Dia das Meninas no Japão, uma comemoração tradicional para desejar felicidade e saúde às meninas da família.
Também conhecido com o Festival da Bonecas, o Hina Matsuri é representado pelas bonecas tradicionais dispostas em altares com degraus cobertos de pano vermelho.
Costumam servir Hina Arare e bebe-se o Shirozake (amazake), uma bebida semelhante ao sakê, mas sem álcool.
Hina Arare é um tipo de biscoitinho à base de arroz e soja coberto por uma camada de açúcar colorido: a cor branca remete à neve, a verde simboliza o crescimento e a rosa, as flores de cerejeira (sakura).
Postado por Nina Moori.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Pimentão agridoce assado
O açúcar natural do pimentão assado foi acentuado com a delicada doçura do vinagre de framboesa.
Pimentão agridoce assado:
3 pimentões vermelhos julienne (em tiras)
2 dentes de alho laminados
2 cebolas médias julienne
25ml de vinagre de framboesa
50ml de azeite
flor de sal (usei a de vinho)
Misture tudo e leve ao forno à 220ºC por 1h, mexendo de vez em quando.
Troque de recipiente e gele.
Sirva com fatias de pão ou para incrementar uma salada de folhas.
Postado por Nina Moori.
Pimentão agridoce assado:
3 pimentões vermelhos julienne (em tiras)
2 dentes de alho laminados
2 cebolas médias julienne
25ml de vinagre de framboesa
50ml de azeite
flor de sal (usei a de vinho)
Misture tudo e leve ao forno à 220ºC por 1h, mexendo de vez em quando.
Troque de recipiente e gele.
Sirva com fatias de pão ou para incrementar uma salada de folhas.
Postado por Nina Moori.
terça-feira, 1 de março de 2011
Terra Papagalli - Ubatuba
Recordo que o Terra Papagalli (R. Xavantes, 537 - Itaguá) era o único restaurante em Ubatuba que servia o baiacu (não se trata do Fugu japonês-venenoso). Qual não foi a surpresa quando observamos que no menu não constava mais nenhum prato com o tal pescado? Para compensar, o atual e enxuto cardápio foge do padrão dos outros restaurantes locais (parece que todos foram elaborados pela mesma gráfica, com os mesmos pratos e na mesma ordem).
Para começar, Bolinhos de bacalhau - sem surpresas (aquela versão standart de bolinho de peixe branco que encontramos em bares e que são comprados congelados).
Casquinha de camarão com mandioca - interessante, mas ficaria melhor se o queijo fosse substituído por farinha de rosca (esta mania de unir queijo e peixes/frutos do mar me dá preguiça).
Lulas revoltas (lulas salteadas com batata amassada, tomate e arroz de palmito) - um prato bem executado.
A casa serve um Mojito honesto. Vale a pena experimentar.
Serviço de salão correto.
Faixa de preço: $$$ (por pessoa)
Postado por Nina Moori.
Para começar, Bolinhos de bacalhau - sem surpresas (aquela versão standart de bolinho de peixe branco que encontramos em bares e que são comprados congelados).
Casquinha de camarão com mandioca - interessante, mas ficaria melhor se o queijo fosse substituído por farinha de rosca (esta mania de unir queijo e peixes/frutos do mar me dá preguiça).
Lulas revoltas (lulas salteadas com batata amassada, tomate e arroz de palmito) - um prato bem executado.
A casa serve um Mojito honesto. Vale a pena experimentar.
Serviço de salão correto.
Faixa de preço: $$$ (por pessoa)
Postado por Nina Moori.
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