Esta receita de Fruit cake não é novidade por aqui. Apenas substitui as frutas secas, o tipo de vinagre e as especiarias.
Fruit cake (Bolo de frutas):
25g de Cognac
60g de uvas passas brancas (1/3 cup)
40g de cranberries secas (1/4 cup)
45g de pêssego seco (2 unidades)
300g de maçã
100g de ovos orgânicos
15ml de vinagre de Champagne
120g de açúcar mascavo claro
70g de manteiga sem sal derretida
230g de farinha de trigo
1g de sal marinho
4g de fermento químico
5g de bicarbonato de sódio
1/2 tbsp de especiarias em pó (macis, gengibre, pimenta do reino branca, canela e cravo)
70g de nozes pecan picadas grosseiramente
Macere as frutas secas (corte os pêssegos do tamanho das passas) com Cognac por 2 horas.
Peneire a farinha com sal, fermento, bicarbonato e especiarias. Una as nozes.
Liquidifique os ovos com as maçãs (sem semente e casca), vinagre e o Cognac (que macerou as frutas). Una o açúcar e bata para incorporar. Adicione a manteiga morna e bata bem. Transfira para um bowl e acrescente os ingredientes secos (reservando 2 tbsp para empanar as frutas secas maceradas e drenadas). Incorpore as frutas e disponha em forma de bolo inglês untada com manteiga e forrada com papel manteiga.
Asse à 220ºC por 20 minutos. Diminua para 180ºC e termine a cocção (3-40 minutos).
Desenforme, retire o papel manteiga e deixe amornar.
Borrife 3 tbsp de Cognac no bolo morno. Esfrie completamente e embrulhe em filme plástico. Deixe descansar por 2-3 dias em local seco (e distante dos olhos - afinal o que os olhos não veem, o estômago não deseja). Borrife mais 2-3 tbsp de Cognac. Repita o processo mais duas vezes.
Ops! Ainda utiliza xícaras e colheres medidoras? Então entre aqui para verificar as equivalências.
Postado por Nina Moori.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Bread pudding de laranja e iogurte
Tudo começou com um Pão integral com leitelho, tâmara e melado de cana e terminou em um Bread pudding de laranja e iogurte.
Pão integral com tâmara:
87,5g de farinha de trigo
25g de farinha de centeio
25g de fubá
87,5g de farinha de trigo integral
4g de fermento biológico seco
36g de melado de cana (2tbsp)
125ml de soro de keffir (ou leitelho)
2g de sal marinho
50g de tâmara seca sem semente cortada em cubinhos (cerca de 7 unid)
Peneire as farinha de trigo, centeio, fubá e integral. Una o fermento. Faça um vulcão e acrescente o melado. Incorpore com a ponta dos dedos, adicionando o soro de keffir. Una o sal, a tâmara e trabalhe a massa por cinco minutos.
Boleie, transfira para um bowl, cubra com filme plástico e deixe crescer por 1h30 ou dobrar de volume.
Modele como um rocambole e disponha em forma pequena para pão ou bolo inglês untada e polvilhada com fubá. Cubra e deixe crescer até a borda da forma (cerca de 30-40 minutos). Dê cortes na superfície com bisturi para pão.
Asse à 180ºC por 25-30 minutos. Desenforme e esfrie sobre grade.
Bread pudding de laranja, iogurte e tâmara:
3xíc. do pão integral em cubos (pode substituir por brioche, Colomba ou Panettone caso prefira um produto mais untuoso)
290ml de suco de laranja fresco (não use o pronto)
190ml de iogurte natural
2 ovos orgânicos
40g de açúcar orgânico claro 1
8 tâmaras secas picadas
36g de manteiga derretida + 30g de açúcar orgânico claro 2
Unte oito ramequins com um pouco de manteiga (pode usar um único refratário). Distribua os cubos de pães e as tâmaras.
Bata os ovos com açúcar, iogurte e suco de laranja. Verta sobre os pães.
Regue com a manteiga e polvilhe com o açúcar 2.
Asse à 180ºC por 1h.
Sirva quente, morno ou em temperatura ambiente.
Para transformar as medidas adotadas nesta receita em colheres e xícaras medidoras: clique aqui.
Postado por Nina Moori.
Pão integral com tâmara:
87,5g de farinha de trigo
25g de farinha de centeio
25g de fubá
87,5g de farinha de trigo integral
4g de fermento biológico seco
36g de melado de cana (2tbsp)
125ml de soro de keffir (ou leitelho)
2g de sal marinho
50g de tâmara seca sem semente cortada em cubinhos (cerca de 7 unid)
Peneire as farinha de trigo, centeio, fubá e integral. Una o fermento. Faça um vulcão e acrescente o melado. Incorpore com a ponta dos dedos, adicionando o soro de keffir. Una o sal, a tâmara e trabalhe a massa por cinco minutos.
Boleie, transfira para um bowl, cubra com filme plástico e deixe crescer por 1h30 ou dobrar de volume.
Modele como um rocambole e disponha em forma pequena para pão ou bolo inglês untada e polvilhada com fubá. Cubra e deixe crescer até a borda da forma (cerca de 30-40 minutos). Dê cortes na superfície com bisturi para pão.
Asse à 180ºC por 25-30 minutos. Desenforme e esfrie sobre grade.
Bread pudding de laranja, iogurte e tâmara:
3xíc. do pão integral em cubos (pode substituir por brioche, Colomba ou Panettone caso prefira um produto mais untuoso)
290ml de suco de laranja fresco (não use o pronto)
190ml de iogurte natural
2 ovos orgânicos
40g de açúcar orgânico claro 1
8 tâmaras secas picadas
36g de manteiga derretida + 30g de açúcar orgânico claro 2
Unte oito ramequins com um pouco de manteiga (pode usar um único refratário). Distribua os cubos de pães e as tâmaras.
Bata os ovos com açúcar, iogurte e suco de laranja. Verta sobre os pães.
Regue com a manteiga e polvilhe com o açúcar 2.
Asse à 180ºC por 1h.
Sirva quente, morno ou em temperatura ambiente.
Para transformar as medidas adotadas nesta receita em colheres e xícaras medidoras: clique aqui.
Postado por Nina Moori.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Arábica Espresso Café - Bisetti
Meses atrás lemos um artigo (não recordo aonde) sobre a qualidade do café peruano, especificamente do Tunkimayo. Anotei na agenda o endereço do café limeño que servia este grão especial.
Em dezembro, durante a nossa viagem ao Peru, fomos atrás dos grãos do café Tunkimayo no Arábica Espresso Café, em Lima. A simpática atendente contou que a produção destes grãos é super pequena e já estava esgotado. Ao constatar nossas feições de desilusão, disse que o blend da casa continha uma pequena porcentagem do Tunki.
Já havíamos comentado sobre o espresso que bebemos no Arábica Café.
Compramos um pacote do blend de café da casa. Pedimos para moer (pois é, ainda não temos moedor em casa) os grãos para usar na Bialetti.
Em dezembro, durante a nossa viagem ao Peru, fomos atrás dos grãos do café Tunkimayo no Arábica Espresso Café, em Lima. A simpática atendente contou que a produção destes grãos é super pequena e já estava esgotado. Ao constatar nossas feições de desilusão, disse que o blend da casa continha uma pequena porcentagem do Tunki.
Já havíamos comentado sobre o espresso que bebemos no Arábica Café.
Compramos um pacote do blend de café da casa. Pedimos para moer (pois é, ainda não temos moedor em casa) os grãos para usar na Bialetti.
o café confeccionado em casa na Bialetti
Um café com aroma floral, boa acidez, caramelo, amêndoa e média torrefação.
Faixa de preço: $ (o pacote com 250g de café)
Postado por Nina Moori.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Sorvete de goiaba
Será que já estamos na época das goiabas vermelhas?
Goiabas maduras, com casca amarelinha e aquele perfume que domina a cesta de frutas.
Sorvete de goiaba:
650g de goiaba vermelha madura (cerca de 7 unidades médias)
150ml de leite integral
110ml de creme de leite fresco
10ml de suco de limão
50g de açúcar orgânico claro
Corte a goiaba em pedaços e liquidifique com o leite. Coe e descarte as sementes. Com fouet, misture este suco de goiaba com creme de leite, açúcar e limão. Leve à geladeira até ficar bem gelado. Coloque na sorveteira seguindo as instruções de uso.
Queria preservar a doçura da fruta madura, portanto acrescentei pouco açúcar à receita. O resultado? Um creme concentrado de goiabas congelado.
Para transformar mililitros e gramas em xícaras e colheres medidoras clique aqui.
Postado por Nina Moori.
Goiabas maduras, com casca amarelinha e aquele perfume que domina a cesta de frutas.
Sorvete de goiaba:
650g de goiaba vermelha madura (cerca de 7 unidades médias)
150ml de leite integral
110ml de creme de leite fresco
10ml de suco de limão
50g de açúcar orgânico claro
Corte a goiaba em pedaços e liquidifique com o leite. Coe e descarte as sementes. Com fouet, misture este suco de goiaba com creme de leite, açúcar e limão. Leve à geladeira até ficar bem gelado. Coloque na sorveteira seguindo as instruções de uso.
Queria preservar a doçura da fruta madura, portanto acrescentei pouco açúcar à receita. O resultado? Um creme concentrado de goiabas congelado.
Para transformar mililitros e gramas em xícaras e colheres medidoras clique aqui.
Postado por Nina Moori.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Salada de papaya verde
Estes dias tão quentes conseguem acabar com o meu apetite. Para não ficar de estômago vazio, uma versão da tailandesa salada de papaya verde.
Salada de papaya verde (minha versão):
1 mamão papaya verde sem casca julienne (tiras longas e fininhas, pode-se cortar no mandolim)
1 pimenta dedo de moça fatiada (se preferir retire as sementes)
1/2 dente de alho picado (opcional)
30g de castanha de caju quebrada
100g de tomate cereja cortado em quatro (usei o sweet grape)
suco de 1 limão Tahiti grande
1 tbsp de nam pla (um tempero líquido tailandês à base de peixe salgado e defumado)
1tsp de açúcar orgânico claro
15g de camarão seco processado grosseiramente (pode-se substituir por camarões secos pequeninos)
flor de sal a gosto
Misture tudo (exceto as castanhas) e gele por 15-20 minutos. Espalhe as castanhas e sirva.
Postado por Nina Moori.
Salada de papaya verde (minha versão):
1 mamão papaya verde sem casca julienne (tiras longas e fininhas, pode-se cortar no mandolim)
1 pimenta dedo de moça fatiada (se preferir retire as sementes)
1/2 dente de alho picado (opcional)
30g de castanha de caju quebrada
100g de tomate cereja cortado em quatro (usei o sweet grape)
suco de 1 limão Tahiti grande
1 tbsp de nam pla (um tempero líquido tailandês à base de peixe salgado e defumado)
1tsp de açúcar orgânico claro
15g de camarão seco processado grosseiramente (pode-se substituir por camarões secos pequeninos)
flor de sal a gosto
Misture tudo (exceto as castanhas) e gele por 15-20 minutos. Espalhe as castanhas e sirva.
Postado por Nina Moori.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Talchá
Alguns dizem que chá é bebida de idosos e bebês. Apesar de não me encaixar em nenhuma dessas categorias, sou fã de uma xícara com líquido quente e perfumado.
No ano passado, uma nova casa de chá abriu em São Paulo: a Talchá no Shopping Higienópolis.
Ainda considero o preço de bons chás e infusões no mercado brasileiro abusivo. A tarde na Talchá foi agradável, mas ainda prefiro adquirir os chás fora do país. Espero que o discreto crescimento de boas casas de chá em São Paulo venha acompanhado de preços mais compatíveis com o meu bolso.
Faixa de preço: $$ (por pessoa)
Postado por Nina Moori.
No ano passado, uma nova casa de chá abriu em São Paulo: a Talchá no Shopping Higienópolis.
a loja é repleta de acessórios e caixas de chás e infusões
Bossa Nova (chá verde do estado de São paulo) - um ótimo chá verde com muito tanino
Fortuna (chá verde com flor de crisântemo) - delicado (interessante a segunda extração)
Earl Grey orgânico - aroma menos adocicado que outras marcas. Pungente e elegante.
Para acompanhar as bebidas, pedimos o Trio de mini bagels (micro - cerca de 5cm de diâmetro) - não estava ruim, mas esperava algo muito melhor pelo valor cobrado (R$18,00)
Ainda considero o preço de bons chás e infusões no mercado brasileiro abusivo. A tarde na Talchá foi agradável, mas ainda prefiro adquirir os chás fora do país. Espero que o discreto crescimento de boas casas de chá em São Paulo venha acompanhado de preços mais compatíveis com o meu bolso.
Faixa de preço: $$ (por pessoa)
Postado por Nina Moori.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Arroz com abobrinha e cúrcuma
Este arroz é um daqueles pratos que preparo quando estou sem tempo ou cansada demais para elaborar outra coisa.
Arroz com abobrinha e cúrcuma: refogue um dente de alho laminado em óleo de girassol, una 60g de arroz (usei o Camargue), adicione caldo caseiro de legumes quente e um pouco de cúrcuma. Cozinhe com tampa semiaberta. Una a abobrinha em tiras (despreze as sementes) e cozinhe por mais três minutos. Tempere com flor de sal Noirmoutier, pimenta do reino moída na hora e tomilho fresco. Sirva quente.
Postado por Nina Moori.
Arroz com abobrinha e cúrcuma: refogue um dente de alho laminado em óleo de girassol, una 60g de arroz (usei o Camargue), adicione caldo caseiro de legumes quente e um pouco de cúrcuma. Cozinhe com tampa semiaberta. Una a abobrinha em tiras (despreze as sementes) e cozinhe por mais três minutos. Tempere com flor de sal Noirmoutier, pimenta do reino moída na hora e tomilho fresco. Sirva quente.
Postado por Nina Moori.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Domaine Rimbert Le Mas au Schiste Saint-Chinian 08
Cereja, amora, pimenta e baunilha no olfato e taninos macios no paladar deste ótimo vinho do Languedoc elaborado nos preceitos lutte raisonnée (manejo integrado de pragas).
Faixa de preço: $$$$
Postado por Nina Moori.
Faixa de preço: $$$$
Postado por Nina Moori.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Fazenda Café
Tenho poucas opções de bons espressos na região onde trabalho, no Centro de São Paulo. Um deles é o da Fazenda Café, no Largo São Francisco.
A única vez que consumi algo além do café espresso, experimentei o Panini do curral (pão de queijo morno-quase-frio recheado com queijo frescal e tomate)

Normalmente servem bons espressos, mas no dia desta foto, o resultado foi mediano (solicitei um curto).
O serviço da brigada de salão é atencioso.
Faixa de preço: $ (R$11,20 pelo panini e R$3,00 pelo espresso)
Postado por Nina Moori.
A única vez que consumi algo além do café espresso, experimentei o Panini do curral (pão de queijo morno-quase-frio recheado com queijo frescal e tomate)

Normalmente servem bons espressos, mas no dia desta foto, o resultado foi mediano (solicitei um curto).
O serviço da brigada de salão é atencioso.
Faixa de preço: $ (R$11,20 pelo panini e R$3,00 pelo espresso)
Postado por Nina Moori.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
A Pizza-Torta da minha avó
Já sentiu vontade de comer alguma coisa que a sua avó preparava quando você ainda era criança?
Eu sinto esta vontade constantemente.
Poderia fazer uma enorme lista de pratos da minha infância: sukiyaki, tirinabe, inarizushi, iwashi no suzukê, salada de harusamê, sopa de macarrão, granita de acerola, vaca preta, sardinha na brasa, pão de torresmo na chapa com queijo meia cura derretido, charuto de repolho, macarronada caipira, gelatina com creme, bolo molhado de coco, manjar branco, paçoca, lula desidratada, bolo de cenoura com cobertura de chocolate e ... a pizza-torta da minha avó.
Lembro que minha avó paterna preparava uma pizza de massa grossa e crocante coberta apenas com queijo mussarela, rodelas de tomate e cebola. A seguir, uma versão da saudosa pizza-torta.
Pizza-torta da minha avó:
300g de farinha de trigo
50g de amido de milho
8g de sal marinho
15g de fermento químico
50ml de azeite
200ml de água filtrada
Peneire os ingredientes secos. Una o azeite. Acrescente a água, aos poucos, trabalhando a massa rapidamente com as mãos até ficar homogênea.
Abra a massa em uma forma retangular média untada e polvilhada com fubá. Fure a massa com um garfo, deixando borda de 1,5cm.
Asse à 180ºC por 30-40 minutos ou dourar levemente.
Espalhe 1 xícara de molho de tomate caseiro firme sobre a massa. Distribua a cobertura (usei um pouco de queijo meia cura, shimeji salteado, tomate sweet grape e orégano seco). Regue com azeite e volte ao forno para derreter o queijo.
Se prefere trabalhar com xícaras e colheres medidoras, entre aqui.
Postado por Nina Moori.
Eu sinto esta vontade constantemente.
Poderia fazer uma enorme lista de pratos da minha infância: sukiyaki, tirinabe, inarizushi, iwashi no suzukê, salada de harusamê, sopa de macarrão, granita de acerola, vaca preta, sardinha na brasa, pão de torresmo na chapa com queijo meia cura derretido, charuto de repolho, macarronada caipira, gelatina com creme, bolo molhado de coco, manjar branco, paçoca, lula desidratada, bolo de cenoura com cobertura de chocolate e ... a pizza-torta da minha avó.
Lembro que minha avó paterna preparava uma pizza de massa grossa e crocante coberta apenas com queijo mussarela, rodelas de tomate e cebola. A seguir, uma versão da saudosa pizza-torta.
Pizza-torta da minha avó:
300g de farinha de trigo
50g de amido de milho
8g de sal marinho
15g de fermento químico
50ml de azeite
200ml de água filtrada
Peneire os ingredientes secos. Una o azeite. Acrescente a água, aos poucos, trabalhando a massa rapidamente com as mãos até ficar homogênea.
Abra a massa em uma forma retangular média untada e polvilhada com fubá. Fure a massa com um garfo, deixando borda de 1,5cm.
Asse à 180ºC por 30-40 minutos ou dourar levemente.
Espalhe 1 xícara de molho de tomate caseiro firme sobre a massa. Distribua a cobertura (usei um pouco de queijo meia cura, shimeji salteado, tomate sweet grape e orégano seco). Regue com azeite e volte ao forno para derreter o queijo.
Se prefere trabalhar com xícaras e colheres medidoras, entre aqui.
Postado por Nina Moori.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Bitter caramel ice cream (sorvete de caramelo amargo)
Este sorvete foi inspirado no Parfait de caramelo amargo que o Marcel experimentou no Siete Cocinas em Mendoza. Ele disse que eu precisava tentar esta combinação em um sorvete.
Bitter caramel ice cream (Sorvete de caramelo amargo):
para o caramelo amargo:
157g de açúcar orgânico claro
60ml de água filtrada
4ml de suco de limão
80ml de creme de leite fresco quente
1g de flor de sal
para o créme anglaise:
40g de gema de ovos orgânicos
40g de açúcar orgânico claro
420ml de leite integral
100ml de creme de leite fresco
3g de pasta de baunilha
1g de flor de sal
30g de amêndoa laminada torrada
Leve os ingredientes do caramelo, exceto o creme de leite e flor de sal, ao fogo baixo. Deixe caramelizar lentamente até obter um dourado escuro (cuide, já que caramelo amargo não significa queimado). Adicione o creme de leite quente aos poucos. Misture e retire do fogo. Troque de recipiente e una a flor de sal. Amorne.
Faça o crème anglaise. Retire do fogo e una a flor de sal, a pasta de baunilha e o caramelo amargo. Leve à geladeira para gelar o creme.
Coloque na sorveteira seguindo as instruções de uso. Adicione a amêndoa laminada no final do processo.
Um dos melhores sorvetes que já fiz em casa. O amargor do caramelo foi ressaltado pelas amêndoas torradas.
Não compreendeu as medidas em gramas e mililitros? Clique aqui.
Postado por Nina Moori.
Bitter caramel ice cream (Sorvete de caramelo amargo):
para o caramelo amargo:
157g de açúcar orgânico claro
60ml de água filtrada
4ml de suco de limão
80ml de creme de leite fresco quente
1g de flor de sal
para o créme anglaise:
40g de gema de ovos orgânicos
40g de açúcar orgânico claro
420ml de leite integral
100ml de creme de leite fresco
3g de pasta de baunilha
1g de flor de sal
30g de amêndoa laminada torrada
Leve os ingredientes do caramelo, exceto o creme de leite e flor de sal, ao fogo baixo. Deixe caramelizar lentamente até obter um dourado escuro (cuide, já que caramelo amargo não significa queimado). Adicione o creme de leite quente aos poucos. Misture e retire do fogo. Troque de recipiente e una a flor de sal. Amorne.
Faça o crème anglaise. Retire do fogo e una a flor de sal, a pasta de baunilha e o caramelo amargo. Leve à geladeira para gelar o creme.
Coloque na sorveteira seguindo as instruções de uso. Adicione a amêndoa laminada no final do processo.
o sorvete quase derretido pelo calor
Um dos melhores sorvetes que já fiz em casa. O amargor do caramelo foi ressaltado pelas amêndoas torradas.
Não compreendeu as medidas em gramas e mililitros? Clique aqui.
Postado por Nina Moori.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Vertical de Erasmo
A vertical realizada no final de 2010 contou com a presença do conde Francesco Marone Cinzano, proprietário das vinícolas La Reserva de Caliboro-Erasmo e Col d'Orcia. De forma resumida, explicou que os vinhedos foram plantados nos anos de 1997-98 (a primeira safra produzida foi em 2001) com o intuito de reproduzir um corte bordalês clássico afinado em barricas francesas. De 2001 à 2003, eram 15 hectares de vinhedos e os vinhos destes anos foram compostos por: 60% Cabernet Sauvignon, 30% Merlot e 10% Cabernet Franc. Após 2004, a área de vinhedo subiu para 50 hectares e os vinhos passaram a ter: 70% Cabernet Sauvignon, 20% Merlot e 10% Cabernet Franc, e em alguns anos um pouco de Syrah. As fermentações são conduzidas somente com leveduras autóctones e a produção conta com uma consultoria informal do respeitado enólogo chileno Alejandro Hernandez.
2001: Nariz intenso, frutas vermelhas com menta, madeira que sobressai, boa acidez, taninos duros e final herbal. 85 pts
2002: Visual menos concentrado e mais evoluído que o 2001. Frutado mais maduro e limpo, baunilha e cravo. Textura um pouco mais macia, mas com taninos ainda intensos e acima do conjunto. 86 pts
2003: Concentração de cor ainda mais leve. Frutado intenso com herbáceo evidente. Carvalho menos dominante, textura mais redonda, com taninos polidos, mais longo e intenso. 85 pts
2004: Visual mais concentrado e pouca evolução. Notas de frutas negras, musgo e baunilha bem integrados. Taninos finos em harmonia com acidez e corpo. Em boca, leve balsâmico e notas de chocolate e baunilha. 88 pts
2005: concentração semelhante ao 2004, notas de tosta e levedura (pão tostado), frutas negras e vermelhas. Ótima integração de aromas e álcool, com taninos muito finos que conferem textura aveludada. 92 pts
2006: Pouco menos concentrado que 2004 e 2005. Frutas negras com toffee, levedura, faltando um pouco de integração. Ótima acidez, textura aveludada, um pouco menos fruta na boca e final abaunilhado. Deve melhorar com o tempo. 90 pts
2007: Concentração semelhante ao 2006. Frutas vermelhas e baunilha intensos e dominando o conjunto. Potente em boca com frutado limpo e intenso (cereja), mineral, algo por integrar e taninos finos, mas ainda demasiado intensos. 89 pts
2001: Nariz intenso, frutas vermelhas com menta, madeira que sobressai, boa acidez, taninos duros e final herbal. 85 pts
2002: Visual menos concentrado e mais evoluído que o 2001. Frutado mais maduro e limpo, baunilha e cravo. Textura um pouco mais macia, mas com taninos ainda intensos e acima do conjunto. 86 pts
2003: Concentração de cor ainda mais leve. Frutado intenso com herbáceo evidente. Carvalho menos dominante, textura mais redonda, com taninos polidos, mais longo e intenso. 85 pts
2004: Visual mais concentrado e pouca evolução. Notas de frutas negras, musgo e baunilha bem integrados. Taninos finos em harmonia com acidez e corpo. Em boca, leve balsâmico e notas de chocolate e baunilha. 88 pts
2005: concentração semelhante ao 2004, notas de tosta e levedura (pão tostado), frutas negras e vermelhas. Ótima integração de aromas e álcool, com taninos muito finos que conferem textura aveludada. 92 pts
2006: Pouco menos concentrado que 2004 e 2005. Frutas negras com toffee, levedura, faltando um pouco de integração. Ótima acidez, textura aveludada, um pouco menos fruta na boca e final abaunilhado. Deve melhorar com o tempo. 90 pts
2007: Concentração semelhante ao 2006. Frutas vermelhas e baunilha intensos e dominando o conjunto. Potente em boca com frutado limpo e intenso (cereja), mineral, algo por integrar e taninos finos, mas ainda demasiado intensos. 89 pts
Mesmo inclinado a gostar de vinhos um pouco mais evoluídos, nesta vertical ficou evidente que o vinho foi se aprimorando a cada safra, principalmente no quesito textura.
Postado por Marcel Miwa.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Siete Cocinas de Argentina - Mendoza
O restaurante do chef Pablo Del Río, o Siete Cocinas, tem como proposta retratar a gastronomia do que considera os sete terroirs argentinos.
Laminas finas de jamón crudo, corazón de alcacil y hojas de mostaza (reg. Cuyo) - não foi muito prático comer este prato-pote com colher de chá.
Los ravioles de queso de cabra - almendras dulces, tomates secos y trozos de cuaresmillos (reg. Cuy/Noa) - muito bom, com sabor quase adocicado
Parfait de caramelo y praliné de almendras (reg. Metropolitana) - além da bela apresentação, um ótimo caramelo amargo reforçado por amêndoas tostadas e apenas uma leve doçura
Faixa de preço: $$$$ (por pessoa, com vinho e água)
Laminas finas de jamón crudo, corazón de alcacil y hojas de mostaza (reg. Cuyo) - não foi muito prático comer este prato-pote com colher de chá.
El bife de chorizo de cerdo y ciruelas secas, una lamina de papas y chimichurri (reg. Pampa/Metropolitana) - ótima carne grelhada com ameixa seca e inusual lâmina de batata cobrindo quase todo o prato
Los ravioles de queso de cabra - almendras dulces, tomates secos y trozos de cuaresmillos (reg. Cuy/Noa) - muito bom, com sabor quase adocicado
Parfait de caramelo y praliné de almendras (reg. Metropolitana) - além da bela apresentação, um ótimo caramelo amargo reforçado por amêndoas tostadas e apenas uma leve doçura
Faixa de preço: $$$$ (por pessoa, com vinho e água)
Postado por Marcel Miwa.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Bolo de chocolate com cereja
uma leitora: E por que encontrei pouquíssimas receitas de bolo de chocolate no Gourmandise?
Nina: Porque não consumimos este tipo de bolo com tanta frequência.
Em três anos e 8 meses de blog, publicamos sete receitas de bolos de chocolate (Bolo-torta de chocolate com mousse de doce de leite, Pão de ló de chocolate com ganache, Pequenos bolos de chocolate com pimenta, Bolo de polenta e chocolate, Chocolate soufflé cake, Brownie e Bolo de cacau e groselha baiana). E agora vamos aumentar este número para sete com esta receita de bolo macio e úmido.
Bolo chiffon de chocolate com geleia de cereja:
100g de ovos orgânicos
4g de fermento químico
48ml de água filtrada
100g de açúcar orgânico claro
48ml de óleo de girassol
59g de farinha de trigo
18g de cacau em pó 100% (usei Valrhona)
0,7g de sal marinho
200g de geleia de cereja ácida
40ml de creme de leite fresco
85g de chocolate amargo 72% (usei Godiva)
Peneire a farinha de trigo com o cacau, sal e fermento químico. Reserve.
Bata as gemas com 60g de açúcar até obter um creme esbranquiçado. Acrescente o óleo, em fio, batendo com fouet para emulsionar. Una a água, aos poucos, batendo sempre. Enquanto isso, faça o merengue francês: monte as claras em neve mole, adicione o açúcar restante (40g) batendo até obter picos suaves (não deixe muito firme).
Agregue os ingredientes secos à gemada com auxílio de espátula tipo pão duro. Incorpore o merengue francês.
Disponha em forma redonda de fundo falso (14cm de diâmetro) untada e forrada com papel manteiga. Asse à 180ºC por 30 minutos.
Faça a ganache: corte o chocolate em pedaços e derreta com o creme de leite em banho-maria. Esfrie.
Desenforme e esfrie sobre grade. Corte em quatro camadas e recheie com a geleia de cereja ácida. Espalhe uma fina camada sobre o bolo (topo e lateral) com auxílio de espátula ou colher de inox.
Gele até servir.
A massa deste bolo é um verdadeiro curinga: pode ser assada na clássica forma de chiffon cake (polvilhado com açúcar de confeiteiro e guarnecido com coulis) e recheada com ganache, doce de leite cremoso, brigadeiro ou doce de ovos (ou o que mais a sua imaginação permitir). Já usei como bolo do dia a dia e em festas de aniversário.
Se utiliza xícaras e colheres medidoras para confeccionar os seus bolos, entre aqui.
Postado por Nina Moori.
Nina: Porque não consumimos este tipo de bolo com tanta frequência.
Em três anos e 8 meses de blog, publicamos sete receitas de bolos de chocolate (Bolo-torta de chocolate com mousse de doce de leite, Pão de ló de chocolate com ganache, Pequenos bolos de chocolate com pimenta, Bolo de polenta e chocolate, Chocolate soufflé cake, Brownie e Bolo de cacau e groselha baiana). E agora vamos aumentar este número para sete com esta receita de bolo macio e úmido.
Bolo chiffon de chocolate com geleia de cereja:
100g de ovos orgânicos
4g de fermento químico
48ml de água filtrada
100g de açúcar orgânico claro
48ml de óleo de girassol
59g de farinha de trigo
18g de cacau em pó 100% (usei Valrhona)
0,7g de sal marinho
200g de geleia de cereja ácida
40ml de creme de leite fresco
85g de chocolate amargo 72% (usei Godiva)
Peneire a farinha de trigo com o cacau, sal e fermento químico. Reserve.
Bata as gemas com 60g de açúcar até obter um creme esbranquiçado. Acrescente o óleo, em fio, batendo com fouet para emulsionar. Una a água, aos poucos, batendo sempre. Enquanto isso, faça o merengue francês: monte as claras em neve mole, adicione o açúcar restante (40g) batendo até obter picos suaves (não deixe muito firme).
Agregue os ingredientes secos à gemada com auxílio de espátula tipo pão duro. Incorpore o merengue francês.
Disponha em forma redonda de fundo falso (14cm de diâmetro) untada e forrada com papel manteiga. Asse à 180ºC por 30 minutos.
Faça a ganache: corte o chocolate em pedaços e derreta com o creme de leite em banho-maria. Esfrie.
Desenforme e esfrie sobre grade. Corte em quatro camadas e recheie com a geleia de cereja ácida. Espalhe uma fina camada sobre o bolo (topo e lateral) com auxílio de espátula ou colher de inox.
Gele até servir.
A massa deste bolo é um verdadeiro curinga: pode ser assada na clássica forma de chiffon cake (polvilhado com açúcar de confeiteiro e guarnecido com coulis) e recheada com ganache, doce de leite cremoso, brigadeiro ou doce de ovos (ou o que mais a sua imaginação permitir). Já usei como bolo do dia a dia e em festas de aniversário.
Se utiliza xícaras e colheres medidoras para confeccionar os seus bolos, entre aqui.
Postado por Nina Moori.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Côtes du Rhône Villages Signargues Domaine La Montagnette 06
Um vinho com ameixa fresca fresca, toques mineral e especiarias no olfato e, em boca, acidez e tanino corretos.
Faixa de preço: $$
Postado por Nina Moori.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Spadaccino
O ar despretensioso da Vila Madalena e a decoração com objetos e fotos ligados à esgrima tornam o ambiente do restaurante italiano Spadaccino uma boa opção para os domingos ensolarados.
Para começar, dividimos as corretas Saladas: Ficchi fritte (figo empanado) e Spadaccino (erva doce e mozzarella). Até cogitei pedir o Raviolo all’uovo - uma versão genérica do insuperável Ravioloni de gema de ovo do Due Cuochi - mas desisti.
Para os principais: Linguini nero di sepia alle vongoli (bom molho, apesar da pasta arrebentar ao toque do garfo e ser grossa demais), Penne alle salsiccia (bom), Tagliatelle con ragu bolognese (bom, mas bem diferente do Vito) e Tortellini di vitello alla panna e prosciutto crudo (o molho encobriu a delicadeza do recheio).
O serviço da brigada de salão foi correto.
Recomendo evitar as mesas debaixo do salão superior porque o som das cadeiras arrastando a refeição inteira não é muito agradável.
Faixa de preço: $$$ (por pessoa, com água).
Postado por Nina Moori.
Para começar, dividimos as corretas Saladas: Ficchi fritte (figo empanado) e Spadaccino (erva doce e mozzarella). Até cogitei pedir o Raviolo all’uovo - uma versão genérica do insuperável Ravioloni de gema de ovo do Due Cuochi - mas desisti.
Para os principais: Linguini nero di sepia alle vongoli (bom molho, apesar da pasta arrebentar ao toque do garfo e ser grossa demais), Penne alle salsiccia (bom), Tagliatelle con ragu bolognese (bom, mas bem diferente do Vito) e Tortellini di vitello alla panna e prosciutto crudo (o molho encobriu a delicadeza do recheio).
O serviço da brigada de salão foi correto.
Recomendo evitar as mesas debaixo do salão superior porque o som das cadeiras arrastando a refeição inteira não é muito agradável.
Faixa de preço: $$$ (por pessoa, com água).
Postado por Nina Moori.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Pão com linguiça calabresa
A ideia original era seguir a receita do Pão de calabresa da pizzaria Bráz, mas na hora do mise-en-place resolvi substituir parte da farinha de trigo por integral e aumentar a quantidade de azeite, água e linguiça.
Pão de calabresa:
250g de farinha de trigo
100g de farinha de trigo integral
2,5g de fermento biológico seco
15g de açúcar orgânico
45ml de azeite
180ml de água mineral
6g de sal marinho
200g de linguiça calabresa tipo cozida (retire a pele e fatie)
Peneire as farinha de trigo, una o açúcar e o fermento. Acrescente o azeite. Incorpore a água aos poucos. Adicione o sal e trabalhe a massa até ficar lisa. Coloque em bowl, cubra e deixe crescer por 1h30.
Divida a massa em três partes. Abra um pedaço em formato retangular de 6mm de espessura, disponha 1/3 da calabresa fatiada e enrole como rocambole. Repita o processo, enrolando sobre o rocambole anterior (igual ao bolo de rolo).
Coloque em forma furada untada e polvilhada, cubra e deixe crescer até dobrar de volume.
Asse à 180ºC por 35 minutos ou dourar.
Desenforme e esfrie sobre grade (não conseguimos esperar e comemos 1/4 do pão ainda quente).
P.S. Ao modelar o pão acabei esquecendo de polvilhar o alecrim e a pimenta calabresa sobre as fatias de linguiça.
Caso não tenha balança para pesar os ingredientes, entre aqui para verificar as equivalências.
Postado por Nina Moori.
Pão de calabresa:
250g de farinha de trigo
100g de farinha de trigo integral
2,5g de fermento biológico seco
15g de açúcar orgânico
45ml de azeite
180ml de água mineral
6g de sal marinho
200g de linguiça calabresa tipo cozida (retire a pele e fatie)
Peneire as farinha de trigo, una o açúcar e o fermento. Acrescente o azeite. Incorpore a água aos poucos. Adicione o sal e trabalhe a massa até ficar lisa. Coloque em bowl, cubra e deixe crescer por 1h30.
Divida a massa em três partes. Abra um pedaço em formato retangular de 6mm de espessura, disponha 1/3 da calabresa fatiada e enrole como rocambole. Repita o processo, enrolando sobre o rocambole anterior (igual ao bolo de rolo).
Coloque em forma furada untada e polvilhada, cubra e deixe crescer até dobrar de volume.
Asse à 180ºC por 35 minutos ou dourar.
Desenforme e esfrie sobre grade (não conseguimos esperar e comemos 1/4 do pão ainda quente).
P.S. Ao modelar o pão acabei esquecendo de polvilhar o alecrim e a pimenta calabresa sobre as fatias de linguiça.
Caso não tenha balança para pesar os ingredientes, entre aqui para verificar as equivalências.
Postado por Nina Moori.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
PFV - Primum Familiae Vini
Um único dia para provar os vinhos de onze dos mais representativos produtores do mundo. Esta foi a proposta da visita do PFV ao Brasil, uma reunião de vinícolas familiares, cada uma considerada líder em sua região. Na realidade, apresentaram 22 vinhos, cada vinícola apresentou seu rótulo emblemático em duas safras diferentes, uma recente e uma antiga. Por mais difícil que fosse, degustar tecnicamente é fundamental (entenda-se cuspir), sob pena de chegar em amostras como Mouton Rothschild 1986 ou Vega-Sicilia Unico 1982 com capacidade de discernimento um pouco afetada.
Para se ter uma ideia porque foi o ápice de 2010, basta ver a lista de produtores e vinhos apresentados (são coisas que talvez não se imagina provar em um ano inteiro):
Paul Roger - Vtge 90 e 00
Drouhin - Clos des Mouches Blanc 02 e 07
Hugel - Riesling Jubilée 98 e 07
Perrin - Ch. de Beaucastel Rouge 04 e 07
Antinori - Solaia 01 e 07
Ten. San Guido - Sassicaia 00 e 07
Torres - Mas La Plana 01 e 07
Vega-Sicilia - Unico 82 e 00
Ch. Mouton Rothschild - 86 e 01
Egon Müller - Scharzhofberger Auslese Goldkapsel 90 e 07
Symington - Graham's Vtge Port 80 e 07
Escrevi um artigo mais completo na revista diVino.
Para se ter uma ideia porque foi o ápice de 2010, basta ver a lista de produtores e vinhos apresentados (são coisas que talvez não se imagina provar em um ano inteiro):
Paul Roger - Vtge 90 e 00
Drouhin - Clos des Mouches Blanc 02 e 07
Hugel - Riesling Jubilée 98 e 07
Perrin - Ch. de Beaucastel Rouge 04 e 07
Antinori - Solaia 01 e 07
Ten. San Guido - Sassicaia 00 e 07
Torres - Mas La Plana 01 e 07
Vega-Sicilia - Unico 82 e 00
Ch. Mouton Rothschild - 86 e 01
Egon Müller - Scharzhofberger Auslese Goldkapsel 90 e 07
Symington - Graham's Vtge Port 80 e 07
Escrevi um artigo mais completo na revista diVino.
Postado por Marcel Miwa.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Sorvete de queijo e marmelada
No Brasil, a união do queijo com goiabada é um dos clássicos da gastronomia. Já vi o doce de goiaba ser acompanhado por queijo fresco, queijo meia cura, queijo coalho, cream cheese e queijo tipo gorgonzola.
E se ao invés de trocar o queijo eu substituísse o doce? Imediatamente imaginei um sorvete de queijo com marmelada.
Sorvete de queijo e marmelada:
475ml de leite integral
220ml de creme de leite fresco 1
40g de gemas de ovos orgânicos
30g de açúcar orgânico claro
100g de queijo meia cura ralado fino
100ml de creme de leite fresco 2
150g de marmelada picada (metade cubinhos, a outra metade ralada para derreter)
Faça o crème anglaise com o creme de leite 1. Retire do fogo e una o queijo meia cura ralado. Misture até derreter.
Enquanto isso, derreta a marmelada ralada com o creme de leite 2 em banho-maria. Esfrie e gele.
Gele o crème anglaise e coloque na sorveteira. No final do processo, adicione o creme de marmelada e a marmelada picada.
Dúvidas sobre o peso dos ingredientes? Clique aqui.
Postado por Nina Moori.
E se ao invés de trocar o queijo eu substituísse o doce? Imediatamente imaginei um sorvete de queijo com marmelada.
Sorvete de queijo e marmelada:
475ml de leite integral
220ml de creme de leite fresco 1
40g de gemas de ovos orgânicos
30g de açúcar orgânico claro
100g de queijo meia cura ralado fino
100ml de creme de leite fresco 2
150g de marmelada picada (metade cubinhos, a outra metade ralada para derreter)
Faça o crème anglaise com o creme de leite 1. Retire do fogo e una o queijo meia cura ralado. Misture até derreter.
Enquanto isso, derreta a marmelada ralada com o creme de leite 2 em banho-maria. Esfrie e gele.
Gele o crème anglaise e coloque na sorveteira. No final do processo, adicione o creme de marmelada e a marmelada picada.
Dúvidas sobre o peso dos ingredientes? Clique aqui.
Postado por Nina Moori.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Hoje tem marmelada?
Hoje tem marmelada?
Tem sim senhor!
Marmelada de quê?
De marmelo, oras bolas.
Este Dulce de membrillos veio de Mendoza para acompanhar o queijo meia cura no lanche da tarde.
Postado por Nina Moori.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Pira Sanduba
Já perdi as contas de quantas vezes mencionei aqui no blog e no twitter que gosto de cachorro quente. Toda vez que escuto ou leio elogios referentes a um sanduíche de salsicha, incluo na lista de casas a conhecer (sei que parece estranho ter uma lista dessas na bolsa).
Anos atrás, na nossa primeira ida ao Pira Sanduba, experimentei um regular sanduíche de pernil. A segunda visita ocorreu porque todas as lanchonetes que fazem cachorro quente da maneira que aprecio estavam fechadas (durante o feriado de ano novo).
O Piradog com salsicha artesanal e molho de tomate, cebola e pimentão rústico (rústico até demais) estava honesto (boa relação custo X benefício - R$9,70). O Rei Leão com filet mignon, queijo prato, maionese, alface e tomate estava correto. Completamos aquele lanche com uma grande e boa porção de Onion rings.
Serviço desatento - talvez culpa do trabalho em pleno feriado.
Faixa de preço: $ (por pessoa)
Postado por Nina Moori.
Anos atrás, na nossa primeira ida ao Pira Sanduba, experimentei um regular sanduíche de pernil. A segunda visita ocorreu porque todas as lanchonetes que fazem cachorro quente da maneira que aprecio estavam fechadas (durante o feriado de ano novo).
O Piradog com salsicha artesanal e molho de tomate, cebola e pimentão rústico (rústico até demais) estava honesto (boa relação custo X benefício - R$9,70). O Rei Leão com filet mignon, queijo prato, maionese, alface e tomate estava correto. Completamos aquele lanche com uma grande e boa porção de Onion rings.
Serviço desatento - talvez culpa do trabalho em pleno feriado.
Faixa de preço: $ (por pessoa)
Postado por Nina Moori.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Aceite de oliva Esencias de la tierra
Um azeite orgânico de sabor frutado e leve confeccionado pela Familia Cecchin.
Postado por Nina Moori.
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