Em uma noite de quarta-feira...
Marcel: E aí, tem algum local novo (e bom) para jantar aqui perto?
Nina: Não sei. Anotei o endereço de algumas casas novas, mas não sei se são boas.
M: Vamos passar em frente e ver se parece bacana?
N: ok.
Na primeira tentativa, passamos por um estabelecimento com grandes LED's azuladas.
M: Eh...acho que não...rsrsrs
N: Tem mais jeito de "balada" que restaurante.
M: Vamos para o próximo da lista?
N: Rothko (rua Wisard, 88 - Vila Madalena).
M: Não parece pretensioso. Vamos tentar?
amuse-bouche (batatas com pesto)
Para começar, dividimos a surpreendente Língua (crocante por fora)
A descrição "levemente defumado" do Burguer nos chamou a atenção. Um delicioso hambuguer mal passado (comme il faut) servido com queijo Canastra, fatias generosas de bacon, pão de verdade (brincadeiras à parte, entendo que o tradicional hamburguer venha naquele pão-que-gruda-no-céu-da-boca, mas fico feliz quando noto a rara preocupação com a qualidade dos pães), relish morno de tomate e batatas rústicas fritas.
E voltamos para casa imaginando como seriam os outros pratos.
Na segunda visita:
amuse bouche era Fatias fritas de jiló.
Começamos com a boa Coxinha de mandioca com confit de pato e o ótimo e quase doce Porco bebinho (costelinha suína marinada e glaceda com caipirinha e banana da terra salteada).
Para os principais, a interessante e pequena Vaca atolada (bocadillo) e o Porco na lula, lula no porco (lula recheada com pancetta fresca, molho de tomate e mix de torresminho, tentáculos e lascas de mandioca) que ganharia mais sabor se fosse recheado com pancetta mais gorda.
Para a sobremesa, a delicada e pouco doce Pamonha brûlée (coulis de berries e sorvete de iogurte e limão).
Dois pratos do menu me deixaram intrigada: o Uramaki mineiro (pancetta envolta na couve manteiga) e o Sashimi de melancia. Talvez o meu apego às cozinhas clássicas seja ainda muito forte. Só sei que não tive coragem de experimentar. Quem sabe um dia...
Fazia tempo que uma casa tão nova não me agradava como a Rothko.
O serviço da brigada de salão foi atencioso e correto (e um ponto extra para a qualidade das louças).
A Carta de vinho deste bar-restaurante merece a atenção do consumidor. Apesar de ser montada com rótulos de uma única importadora, oferece interessantes oportunidades (Provence, Jura, Savoie).
Faixa de preço: $$ (por pessoa, com água).
Postado por Nina Moori.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Frozen keffir de maracujá e chocolate branco
Um maracujá maduro na cesta de frutas perfumando a cozinha.
Pouco creme de leite fresco e nada de leite na geladeira. Na porta da geladeira, o keffir sorriu sabendo que era o único disponível.
O sorvete se tornou frozen-keffir.
Frozen-keffir de maracujá e chocolate branco:
(Philadelphia-style ice cream)
100g de polpa de maracujá fresco (cerca de 1 unidade grande)
50ml de água filtrada
300ml de keffir
130ml de creme de leite fresco
50g de açúcar orgânico claro
70g de chocolate branco ralado (grosseiramente)
Liquidifique o maracujá com água. Coe e descarte as sementes.
Misture o suco de maracujá, keffir, creme de leite e açúcar. Gele bem e coloque na máquina de sorvete seguindo as instruções de uso. Adicione o chocolate branco ralado no final do processo.
Caso prefira cozinhar utilizando xícaras e colheres medidoras, clique aqui.
Postado por Nina Moori.
Pouco creme de leite fresco e nada de leite na geladeira. Na porta da geladeira, o keffir sorriu sabendo que era o único disponível.
O sorvete se tornou frozen-keffir.
Frozen-keffir de maracujá e chocolate branco:
(Philadelphia-style ice cream)
100g de polpa de maracujá fresco (cerca de 1 unidade grande)
50ml de água filtrada
300ml de keffir
130ml de creme de leite fresco
50g de açúcar orgânico claro
70g de chocolate branco ralado (grosseiramente)
Liquidifique o maracujá com água. Coe e descarte as sementes.
Misture o suco de maracujá, keffir, creme de leite e açúcar. Gele bem e coloque na máquina de sorvete seguindo as instruções de uso. Adicione o chocolate branco ralado no final do processo.
Caso prefira cozinhar utilizando xícaras e colheres medidoras, clique aqui.
Postado por Nina Moori.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Macaroni & cheese
Mac n' Cheese ou Macarrão com queijo gratinado?
Esta típica receita norte americana é confeccionada com pasta curta, molho béchamel e queijo Cheddar. Ainda não encontrei uma boa versão do queijo tipo Cheddar no Brasil , por isso substitui pelo queijo que tinha na geladeira.
Macaroni & Cheese:
2tbsp de manteiga sem sal
2tbsp de farinha de trigo
240ml de creme de leite fresco
noz moscada e pimenta do reino moídos na hora
100g de queso Torta de Oveja (se utilizar um queijo mais firme, rale)
sal marinho
zeste de limão
farinha de rosca caseira
250g de pasta curta (usei fusilli)
sal grosso
Cozinhe a pasta em água salgada (sal grosso) seguindo o tempo recomendado na embalagem.
Béchamel: derreta a manteiga, una a farinha de trigo de uma só vez, misture com espátula. Acrescente o creme de leite morno, aos poucos, misturando com fouet para não empelotar. Cozinhe por 4 minutos em fogo baixo mexendo sempre. Adicione o sal (preste atenção ao sal do queijo), pimenta do reino e noz moscada. Fora do fogo, una o queijo e misture para derreter.
Misture o molho de queijo à pasta cozida al dente. Adicione as zestes de limão. Disponha em um refratário untado com manteiga e polvilhe farinha de rosca. Gratine por 15 minutos no forno.
Sirva imediatamente.
Dúvidas sobre as medidas utilizadas nesta receita? Entre aqui.
Postado por Nina Moori.
Esta típica receita norte americana é confeccionada com pasta curta, molho béchamel e queijo Cheddar. Ainda não encontrei uma boa versão do queijo tipo Cheddar no Brasil , por isso substitui pelo queijo que tinha na geladeira.
Macaroni & Cheese:
2tbsp de manteiga sem sal
2tbsp de farinha de trigo
240ml de creme de leite fresco
noz moscada e pimenta do reino moídos na hora
100g de queso Torta de Oveja (se utilizar um queijo mais firme, rale)
sal marinho
zeste de limão
farinha de rosca caseira
250g de pasta curta (usei fusilli)
sal grosso
Cozinhe a pasta em água salgada (sal grosso) seguindo o tempo recomendado na embalagem.
Béchamel: derreta a manteiga, una a farinha de trigo de uma só vez, misture com espátula. Acrescente o creme de leite morno, aos poucos, misturando com fouet para não empelotar. Cozinhe por 4 minutos em fogo baixo mexendo sempre. Adicione o sal (preste atenção ao sal do queijo), pimenta do reino e noz moscada. Fora do fogo, una o queijo e misture para derreter.
Misture o molho de queijo à pasta cozida al dente. Adicione as zestes de limão. Disponha em um refratário untado com manteiga e polvilhe farinha de rosca. Gratine por 15 minutos no forno.
Sirva imediatamente.
Dúvidas sobre as medidas utilizadas nesta receita? Entre aqui.
Postado por Nina Moori.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
El Astoria - Santiago
O El Astoria do chef Óscar Gómez foi eleito o melhor restaurante revelação de 2010 no Chile pela Wikén (El Mercúrio). Chegamos até este estabelecimento através da amiga Macarena Lladse que nos acompanhou nesta "pequena" degustação:
Tiradito de atun de isla de Pascua con salsa txalaca
Camarón, machas y tartar d atun
Cebiche de corvina con camote
Cebiche de ostiones, pejerey y hulte con cacho de cabra
Jamon de pato, tartar de foie gras y foie saltado con arandanos
Pulpo a la parrilla con ñoquis locos y salsa huancaína
Turbot a la plancha con salsa de ostion y arroz Chaufa
Costilla assada c cilantro y tacu-tacu (4-6 vertebra interna)
Picarones, helado de piña, tiramisú de maracuyá y arroz de leche
Para harmonizar com os pratos, bebemos Goldorack rosé 2010, Morgon 2009 Marcel Lapierre, Occhipinti SP 68 2008 e pisco macerado en hoja de coca.
O serviço da brigada de salão foi impecável.
Faixa de preço: $$$$ (por pessoa)
Postado por Marcel Miwa e Nina Moori.
Tiradito de atun de isla de Pascua con salsa txalaca
Camarón, machas y tartar d atun
Cebiche de corvina con camote
Cebiche de ostiones, pejerey y hulte con cacho de cabra
Jamon de pato, tartar de foie gras y foie saltado con arandanos
Pulpo a la parrilla con ñoquis locos y salsa huancaína
Turbot a la plancha con salsa de ostion y arroz Chaufa
Costilla assada c cilantro y tacu-tacu (4-6 vertebra interna)
Picarones, helado de piña, tiramisú de maracuyá y arroz de leche
Para harmonizar com os pratos, bebemos Goldorack rosé 2010, Morgon 2009 Marcel Lapierre, Occhipinti SP 68 2008 e pisco macerado en hoja de coca.
É difícil eleger o prato favorito deste jantar. Pescados frescos, condimentos equilibrados, ingredientes novos para nós brasileiros e técnicas apuradas se mostraram consistentes a cada passo.
Um jantar memorável.O serviço da brigada de salão foi impecável.
Faixa de preço: $$$$ (por pessoa)
Postado por Marcel Miwa e Nina Moori.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Cinnamon Rolls
Nina: hum....que vontade de comer Cinnamon Rolls!
Marcel: xiii...não conheço nenhum lugar que tenha um bom Cinnamon Roll. Se quiser mesmo comer, terá que fazer em casa.
Dia seguinte, ainda de férias, abri a geladeira e retire a manteiga, o leite e cadê os ovos? Ops, os ovos haviam acabado. Adaptei a receita para não ficar sem o pão doce.
Cinnamon Rolls (sem ovos):
60ml de leite integral (37ºC)
60g de farinha de trigo
5g de açúcar orgânico
5g de fermento biológico seco
Prepare a esponja: misture a farinha com o fermento e o açúcar. Una o leite. Cubra e deixe crescer por 30 minutos.
260g de farinha de trigo
20g de leite em pó desnatado
40g de açúcar orgânico
150ml de leite integral
3g de sal marinho
50g de manteiga sem sal temp. amb.
Una o leite à esponja, aos poucos, misturando com fouet ou espátula. Adicione o leite em pó e o açúcar. Agregue a farinha de trigo em três adições. Quando obter uma massa homogênea, acrescente o sal. Trabalhe a massa até ficar lisa e elástica.
Coloque em bowl levemente untado com óleo, cubra e deixe crescer até dobrar de volume (2-4h).
50g de açúcar mascavo
5g de canela em pó
1g de noz moscada
30g de manteiga derretida
Estenda a massa (formato retangular - 20X40cm) em bancada limpa. Pincele 20gramas da manteiga derretida (não use quente). Polvilhe o açúcar, canela e noz moscada. Enrole como rocambole (pelo lado mais comprido). Corte em fatias de cerca de 2cm de largura. Disponha em forma retangular (23X35cm) untada com o restante da manteiga derretida.
Asse à 180ºC por 25-30 minutos.
Desenforme e disponha sobre grade.
suco de 1/2 limão
1/2 cup de açúcar de confeiteiro
Misture os ingredientes do glacê e espalhe sobre o Cinnamon Roll ainda quente.
Sirva quente, morno ou temperatura ambiente.
Dúvidas sobre as medidas e equivalências dos ingredientes? Entre aqui.
Postado por Nina Moori.
Marcel: xiii...não conheço nenhum lugar que tenha um bom Cinnamon Roll. Se quiser mesmo comer, terá que fazer em casa.
Dia seguinte, ainda de férias, abri a geladeira e retire a manteiga, o leite e cadê os ovos? Ops, os ovos haviam acabado. Adaptei a receita para não ficar sem o pão doce.
Cinnamon Rolls (sem ovos):
60ml de leite integral (37ºC)
60g de farinha de trigo
5g de açúcar orgânico
5g de fermento biológico seco
Prepare a esponja: misture a farinha com o fermento e o açúcar. Una o leite. Cubra e deixe crescer por 30 minutos.
260g de farinha de trigo
20g de leite em pó desnatado
40g de açúcar orgânico
150ml de leite integral
3g de sal marinho
50g de manteiga sem sal temp. amb.
Una o leite à esponja, aos poucos, misturando com fouet ou espátula. Adicione o leite em pó e o açúcar. Agregue a farinha de trigo em três adições. Quando obter uma massa homogênea, acrescente o sal. Trabalhe a massa até ficar lisa e elástica.
Coloque em bowl levemente untado com óleo, cubra e deixe crescer até dobrar de volume (2-4h).
50g de açúcar mascavo
5g de canela em pó
1g de noz moscada
30g de manteiga derretida
Estenda a massa (formato retangular - 20X40cm) em bancada limpa. Pincele 20gramas da manteiga derretida (não use quente). Polvilhe o açúcar, canela e noz moscada. Enrole como rocambole (pelo lado mais comprido). Corte em fatias de cerca de 2cm de largura. Disponha em forma retangular (23X35cm) untada com o restante da manteiga derretida.
Asse à 180ºC por 25-30 minutos.
Desenforme e disponha sobre grade.
suco de 1/2 limão
1/2 cup de açúcar de confeiteiro
Misture os ingredientes do glacê e espalhe sobre o Cinnamon Roll ainda quente.
Sirva quente, morno ou temperatura ambiente.
Dúvidas sobre as medidas e equivalências dos ingredientes? Entre aqui.
Postado por Nina Moori.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Open Café & Wine bar - Santiago
Algumas pessoas são capazes de andar por uma cidade inteira atrás de objetos de decoração, móveis, louças e afins. Outras buscam a bolsa perfeita para combinar com aquele super sapato. Mas existe um pequeno grupo de seres humanos que entram em todas as lojas de vinho de Santiago atrás de um único rótulo.
Em 2009, percorremos a capital chilena atrás de um exemplar do vinho Montsecano 08. Voltamos para São Paulo sem cumprir a missão.
Em dezembro do ano passado, conseguimos não só adquirir uma garrafa de Montsecano 2009 no restaurante Macerado (Casablanca), como também visitar a surpreendente vinícola onde é produzido este vinho biodinâmico.
Com uma missão cumprida, o Marcel tratou de inventar um outro objetivo: uma garrafa do novo vinho de Louis-Antoine Luyt (antigo produtor do Clos Ouvert). E lá fizemos novamente todo o percurso das lojas de vinhos em Santiago. Diferentemente do Montsecano, nenhum vendedor sequer conhecia este rótulo.
Cansados e sem sucesso, resolvemos entrar no Open Café & Wine bar no shopping Alto Las Condes, pois na noite anterior nossa amiga Macarena havia feito uma apresentação desses vinhos.
O vendedor confirmou que no dia anterior havia ocorrido uma degustação destes rótulos* de Luyt no wine bar, mas precisava conversar com o dono porque não sabia se as garrafas restantes estavam a venda.
Ainda sem rótulo, o vinho branco natural, simples e direto (Moscatel ou Torrontel) foi consumido ali mesmo, acompanhado de ótimos tapas:
Montaditos de pulpo crocante con salsa de aceitunas
Montaditos de berenjenas con salsa romanesco e Papas rotas con allioli de mérquen
O serviço de salão foi eficiente e cordial.
Faixa de preço: $$ (por pessoa com vinho).
*Trouxemos mais três outros rótulos na mala que deixaremos para posts futuros.
Postado por Nina Moori.
Em 2009, percorremos a capital chilena atrás de um exemplar do vinho Montsecano 08. Voltamos para São Paulo sem cumprir a missão.
Em dezembro do ano passado, conseguimos não só adquirir uma garrafa de Montsecano 2009 no restaurante Macerado (Casablanca), como também visitar a surpreendente vinícola onde é produzido este vinho biodinâmico.
Com uma missão cumprida, o Marcel tratou de inventar um outro objetivo: uma garrafa do novo vinho de Louis-Antoine Luyt (antigo produtor do Clos Ouvert). E lá fizemos novamente todo o percurso das lojas de vinhos em Santiago. Diferentemente do Montsecano, nenhum vendedor sequer conhecia este rótulo.
Cansados e sem sucesso, resolvemos entrar no Open Café & Wine bar no shopping Alto Las Condes, pois na noite anterior nossa amiga Macarena havia feito uma apresentação desses vinhos.
O vendedor confirmou que no dia anterior havia ocorrido uma degustação destes rótulos* de Luyt no wine bar, mas precisava conversar com o dono porque não sabia se as garrafas restantes estavam a venda.
Ainda sem rótulo, o vinho branco natural, simples e direto (Moscatel ou Torrontel) foi consumido ali mesmo, acompanhado de ótimos tapas:
Montaditos de pulpo crocante con salsa de aceitunas
Montaditos de berenjenas con salsa romanesco e Papas rotas con allioli de mérquen
O serviço de salão foi eficiente e cordial.
Faixa de preço: $$ (por pessoa com vinho).
*Trouxemos mais três outros rótulos na mala que deixaremos para posts futuros.
Postado por Nina Moori.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Frozen yogurt de maca peruana
Pesquisei sobre a maca peruana em alguns livros sobre gastronomia (inclusive no Larousse) e nada encontrei. Na internet só constavam referências sobre os usos fitoterápicos deste pequeno tubérculo.
Experimentamos a maca em um prato com vieiras frescas no restaurante Toshiro's. O seu sabor pungente lembra uma mistura de raiz forte com gengibre.
Para não alterar o paladar audaz da maca peruana, improvisei um frozen yogurt com o método Philadelphia-style ice cream (sem cocção).
Frozen yogurt de maca peruana:
100ml de creme de leite
1 maca peruana
250ml de iogurte natural
30g de açúcar orgânico claro
Rale a maca e misture com os demais ingredientes. Gele por 2 horas.
Coloque na sorveteira seguindo as instruções de uso.
Se prefere medir os ingredientes com xícaras e colheres medidoras, clique aqui.
Postado por Nina Moori.
Experimentamos a maca em um prato com vieiras frescas no restaurante Toshiro's. O seu sabor pungente lembra uma mistura de raiz forte com gengibre.
Para não alterar o paladar audaz da maca peruana, improvisei um frozen yogurt com o método Philadelphia-style ice cream (sem cocção).
Frozen yogurt de maca peruana:
100ml de creme de leite
1 maca peruana
250ml de iogurte natural
30g de açúcar orgânico claro
Rale a maca e misture com os demais ingredientes. Gele por 2 horas.
Coloque na sorveteira seguindo as instruções de uso.
Se prefere medir os ingredientes com xícaras e colheres medidoras, clique aqui.
Postado por Nina Moori.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Coquinaria - Santiago
Conheci o mercado gourmet Coquinaria no passado durante uma rápida visita ao empório onde comprei um moedor de sal, pasta de baunilha e flor de sal com flores.
Desta vez, como estávamos hospedados perto, pudemos aproveitar os outros serviços disponíveis: boulangerie, pâtisserie, restaurante, brunch, balcão de frios e embutidos e sorveteria.
helados de lúcuma e franbuesa (mais doces que deveriam)
O serviço de salão não está na mesma altura dos produtos oferecidos. Falta treinamento e cordialidade.
Faixa de preço: $
Postado por Nina Moori.
Desta vez, como estávamos hospedados perto, pudemos aproveitar os outros serviços disponíveis: boulangerie, pâtisserie, restaurante, brunch, balcão de frios e embutidos e sorveteria.
helados de lúcuma e franbuesa (mais doces que deveriam)
O serviço de salão não está na mesma altura dos produtos oferecidos. Falta treinamento e cordialidade.
Faixa de preço: $
Postado por Nina Moori.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Rivoli - Santiago
Interessados no conceito do chef Massimo Funari em produzir boa parte dos produtos (legumes, verduras, frutas e queijo) que utiliza no restaurante, fomos almoçar no Rivoli. Parte dos produtos é cultivada em seu sítio que fica a poucos quilômetros de Santiago. O cuidado na escolha dos ingredientes chega ao ponto de desenvolver o próprio blend de azeite servido no restaurante.
De fácil localização e vizinho ao Baco Vino y Bistro (toda vez que nos perdíamos, passávamos por esta rua), o Rivoli possui um menu enxuto, algumas opções de vinhos italianos (raro no Chile) e um dos poucos espressos corretos da cidade.
No couvert, um interessante pão com tinta de lula.
Começamos pela boa Bruschetta siciliana (com berinjela assada).
Para os principais, o Gnocchi Amatriciana, um pouco salgado e o ótimo Tortelloni di zucca com recheio delicado.
Serviço da brigada de salão foi correto.
Faixa de preço: $$$ (por pessoa, com taça de vinho e água)
Postado por Marcel Miwa e Nina Moori.
De fácil localização e vizinho ao Baco Vino y Bistro (toda vez que nos perdíamos, passávamos por esta rua), o Rivoli possui um menu enxuto, algumas opções de vinhos italianos (raro no Chile) e um dos poucos espressos corretos da cidade.
No couvert, um interessante pão com tinta de lula.
Começamos pela boa Bruschetta siciliana (com berinjela assada).
Para os principais, o Gnocchi Amatriciana, um pouco salgado e o ótimo Tortelloni di zucca com recheio delicado.
Serviço da brigada de salão foi correto.
Faixa de preço: $$$ (por pessoa, com taça de vinho e água)
Postado por Marcel Miwa e Nina Moori.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Juan Valdez Café - Santiago
A Juan Valdez Café é uma rede colombiana com muitas unidades em Santiago do Chile. Não tivemos muita sorte com os cafés espressos na unidade da Isidora Goyenechea (número 3.000) servidos em copinhos de papel.
A rede trabalha com o sistema self-service.
Postado por Nina Moori.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Cerro San Cristóbal - Santiago
uma leitora: Olá, gostei dos posts sobre restaurantes em Santiago, mas poderiam escrever também sobre outras atrações da cidade, como fizeram com Pucón, Valparaíso e Viña del Mar.
Ok. Pedido atendido!
No final de 2010, durante as nossas curtas férias viajamos ao Chile (e de lá partimos para o Peru) para conhecer duas vinícolas (a Matetic, em San Antonio e a Montsecano em Casablanca), passear por Santiago e ir a restaurantes.
Aproveitamos o dia ensolarado para passear pelo Cerro San Cristóbal que faz parte do Parque Metropolitano de Santiago.
Muitas pessoas fazem o percurso à pé ou de bike, mas preferi manter o bronzeado paulistano e subir de carro (com ar condicionado no máximo).
funicular (outra forma agradável de subir até o mirante)
subindo as escadarias até o mirante
vista do mirante (Andes ao fundo, na segunda foto)
Na hora do almoço, partimos do Cerro San Cristóbal em direção ao bairro de Vitacura.
Sei que figurinha repetida não completa álbum (já postamos duas vezes sobre o restaurante Miraolas ), mas não resisti e deixo aqui o registro de dois pratos que comemos na última visita: ostras frescas e as angulas a pil pil (só fiquei triste porque não estávamos na época de erizos).
Ok. Pedido atendido!
No final de 2010, durante as nossas curtas férias viajamos ao Chile (e de lá partimos para o Peru) para conhecer duas vinícolas (a Matetic, em San Antonio e a Montsecano em Casablanca), passear por Santiago e ir a restaurantes.
Aproveitamos o dia ensolarado para passear pelo Cerro San Cristóbal que faz parte do Parque Metropolitano de Santiago.
Muitas pessoas fazem o percurso à pé ou de bike, mas preferi manter o bronzeado paulistano e subir de carro (com ar condicionado no máximo).
funicular (outra forma agradável de subir até o mirante)
subindo as escadarias até o mirante
vista do mirante (Andes ao fundo, na segunda foto)
jardín japonés
Na hora do almoço, partimos do Cerro San Cristóbal em direção ao bairro de Vitacura.
Sei que figurinha repetida não completa álbum (já postamos duas vezes sobre o restaurante Miraolas ), mas não resisti e deixo aqui o registro de dois pratos que comemos na última visita: ostras frescas e as angulas a pil pil (só fiquei triste porque não estávamos na época de erizos).
Postado por Nina Moori.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Sorvete de cerveja escura
Uma garrafinha de cerveja escura estava no armário aguardando a vez de ir para a panela e tornar-se sopa de batata com cerveja. Mas as altas temperaturas dos últimos dias me deram a ideia de usá-la em um sorvete.
Sorvete de cerveja escura:
350ml de cerveja escura (usei a tipo Larger, Dunkel)
240ml de leite integral
100ml de creme de leite fresco
40g de gemas de ovos orgânicos
60g de açúcar orgânico
Leve a cerveja escura ao fogo baixo, em panela funda, para reduzir e concentrar o sabor. Cozinhe até obter 50ml de líquido.
Prepare o crème anglaise. Retire do fogo e una a cerveja reduzida. Troque de recipiente e gele.
Coloque na máquina de sorvete seguindo as instruções de uso.
Opa! Prefere medir os seus ingredientes com xícaras e colheres medidoras? Então entre aqui.
Postado por Nina Moori.
Sorvete de cerveja escura:
350ml de cerveja escura (usei a tipo Larger, Dunkel)
240ml de leite integral
100ml de creme de leite fresco
40g de gemas de ovos orgânicos
60g de açúcar orgânico
Leve a cerveja escura ao fogo baixo, em panela funda, para reduzir e concentrar o sabor. Cozinhe até obter 50ml de líquido.
Prepare o crème anglaise. Retire do fogo e una a cerveja reduzida. Troque de recipiente e gele.
Coloque na máquina de sorvete seguindo as instruções de uso.
Opa! Prefere medir os seus ingredientes com xícaras e colheres medidoras? Então entre aqui.
Postado por Nina Moori.
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