quarta-feira, 21 de julho de 2010

pelas ruas de Montevideo...

Uma cidade tranquila, sinalizada, relativamente plana (algo positivo para quem vive entre as íngremes ruas da cidade de São Paulo) e, apesar de usarmos o GPS, é fácil de se localizar (na dúvida, basta encontrar a Rambla - avenida que margeia o Río de la Plata ou pergunte aos solícitos uruguaios).



Apesar de estar acostumada com o vento da região central paulistana, nada se compara aos ventos que chegam do sul. O vento torna a sensação térmica bem mais baixa que temperatura real. Pelo que nos informaram, a semana que passamos no Uruguay foi a mais fria do ano.
Os casacos, cachecóis, boinas e gorros, luvas e um bom creme hidratante facial nos ajudaram a aproveitar os atrativos de Montevideo.
Durante o inverno, creio que devido às lareiras residenciais e casas de parrilla, as ruas de Montevideo têm cheiro de lenha defumada.

Começamos pela Ciudad Vieja, um bairro antigo de bonita arquitetura onde concentram-se o Mercado del Puerto, casas de câmbio, museus, faculdades e o Teatro Solís.



Depois fomos caminhar pela Feria de Tristán Narvaja, no bairro de Cordón. A feira de rua acontece aos domingos ao longo da rua (calle) de mesmo nome (entre a 18 de julio e a La Paz). Os feirantes expõe filhotes de cachorros, roupas, sapatos, frutas, legumes e verduras, apetrechos em geral, queijos e barracas de chivitos (um tipo de sanduiche de filé grelhado ou empanado com adição de muitos outros elementos) e sanduiches no pão de miga.
Para aquecer o corpo, muitos uruguaios caminham pela feira com seus mates y bombillas na mão e uma garrafa térmica com água quente debaixo do braço.





No elegante bairro de Pocitos encontramos boa parte dos restaurantes, bares e cafés da cidade.




Postado por Nina Moori.

2 comentários:

Anônimo disse...

Todo mundo só vai para a Argentina, mas gostaria de viajar para o Uruguai no fim do ano. O certo é Uruguay?

um beijo,
Má.

Gourmandise disse...

Má,
Demos uma passadinha em Buenos Aires, via Colonia del Sacramento.

Sabe, não gosto de ler Brazil ou San Pablo. Dentro do possível, prefiro escrever o nome de cidades e países da maneira que os nativos o fazem. É bom respeitar e ser respeitado, não?

bjo,
N.