Tastare - SPRW 2010

Já fazia um tempo que queria conhecer o restaurante Tastare, mas sempre acabava deixando para outra ocasião. Quando soube que esta casa participaria do Restaurant Week, percebi que era a ocasião certa.

Couvert (não fazia parte do menu do SPRW): Patê, manteiga, chips (abobrinha, beterraba e batata) e pães variados.


Entrada: Salada de alface, rúcula, atum e azeitona - comum.


Prato principal: Rabada ao vinho tinto com polenta cremosa - o meu prato veio com rabada tenra, mas uma das pessoas que me acompanhavam disse que a sua carne estava dura. Particularmente, prefiro servir polenta mole em prato fundo para que a temperatura quente e a textura cremosa se mantenham por mais tempo.


Sobremesa: Pêra ao vinho rosso e sorvete de creme - particularmente, prefiro frutas pocheadas mais tenras. Tenho a impressão de que o vinho utilizado não era de uvas viníferas. O sorvete estava um pouco cristalizado.


No site do SPRW, apareciam outras opções no menu deste restaurante (além das citadas acima), porém na prática não eram servidos: Creme de palmito (entrada), Salmão grelhado ao molho de limão e creme de espinafre (prato principal) e Banana ao forno com sorvete (sobremesa). Eu teria optado pelo Creme de palmito e pela Banana ao forno.
De qualquer forma, a companhia de M. e F. tornou este almoço muito agradável.

O serviço foi correto, mas bem distante da expertise de quem passou pelo Grupo Fasano. O cofrinho de contribuição veio à mesa.

Postado por Nina Moori.

Comentários

Anônimo disse…
Já lhes enviei um email, mas vou escrever um comentário também. Muito arrogante o que escreveu sobre servir a polenta em prato fundo. E qual é o problema em usar vinho de mesa para cozinhar frutas?
Gourmandise disse…
E nós já respondemos via e-mail: Algumas observações podem ser encaradas como críticas construtivas.
Não existe nenhum problema em usar este tipo de vinho, mas acredito que no Grupo Fasano não era recorrente. Se utilizaram-se deste artifício como chamariz na abertura do Tastare, seria interessante tentar manter o padrão no mesmo nível.

att,
N.
Ray disse…
OLA!
Logo q vi a foto do prato principal me ocorreu alguns nomes q combinariam melhor com ele.
Como; Afogado de polenta, tricolor,Quase escondidinho de rabada,polenta e iscas de radada, atolado de polenta e rabada ao vinho tinto..........
Que combinação e maneira estranha eles arranjaram para a apresentação d um prato principal.
Isso msm a aparencia do prato pareçe mais um arranjo grosseiro de quem n sabia como servir-lo ou esqueçeu.
Não ficou nada apresentavel, polenta cremosa quase nadando ou derretendo-se no molho da rabada muito estranho msm.
Talvez eles não sabem q pega muito mal, não "manter o padrão n msm nivel" em q se é conhecido. Ainda q a comida custe 100 ou 1 real.
Bjos.
Anônimo disse…
O restaurante não tinha nada a ver com o grupo Fasano, apenas o chef já havia trabalhado em uma das casa dos grupos. Os donos são da rede da Chacara Santa Cecilia.
Vocês deveriam se informar melhor antes de escrever besteiras assim!
Gourmandise disse…
Não afirmamos que o restaurante tinha realções com o grupo Fasano. Mas os desacertos que ocorrreram não deveriam acontecer na cozinha de alguém que passou pelo grupo Fasano. Como você disse, a direção deste restaurante tem experiência com casa nortuna, bar, brunch e eventos.
Uma vez li uma reportagem onde o Rogério Fasano dizia algo sobre as inúmeras casas que abriam com "ex-funcionários" do grupo Fasano. Acredito que ele nunca os considerou concorrentes.
O Tastare fechou tão rápido por quê?

att,
N.
Anônimo disse…
Alguns dizem que o Chácara Santa Cecília ainda funciona, mas apenas sobrevive. Já mudou tantas vezes o estilo que não possui mais identidade.

R.

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