sábado, 31 de janeiro de 2009

Bolo de cacau e groselha - gluten free



Já faz alguns dias que fiz este bolo, mas só agora tive tempo para sentar na frente do computador e escrever a receita.
Utilizei o mix de farinha sem gluten deste bolo e parte da compota de groselhas baianas.

Bolo de cacau e groselha (gluten free):
135g de mix de farinha sem gluten
1,5g de agar-agar
16g de cacau em pó
2g de gengibre em pó
1/3 tsp de fermento químico
50g de açúcar orgânico
50g de ovo caipira
45g de óleo de girassol
20g de iogurte natural
Misture os ingredientes secos. Reserve.
Misture com fouet, ovo, óleo, açúcar e iogurte. Una aos secos.
Disponha a massa em uma forma canelada untada.
Decore com 100g de groselha baiana em compota (previamente drenada e rolada em açúcar de confeiteiro).
Asse à 180ºC.



Ao retirar do forno, regue com 3 tbsp da calda da compota de groselha misturada com 2tbsp de whisky e 1tbsp de mel.
Deixe esfriar e desenforme.

Dúvida sobre os pesos e medidas dos ingredientes? Clique aqui.

Postado por Nina Moori.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Picanha em crosta de sal

Misture um quilo e meio de sal grosso com duas claras de ovo cruas e duas colheres de sopa de alecrim fresco. Faça uma cama com uma parte do sal temperado, disponha a picanha inteira (crua sem tempero) sobre ela e cubra toda a superfície da carne com o restante do sal. Disponha alguns dentes de alho ao lado da picanha.
Asse em fogo alto por cinquenta minutos. Na hora de servir, quebre a crosta de sal e retire a carne. Deixe a picanha descansar por cinco minutos. Fatie e sirva com o alho.



Postado por Marcel Miwa.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Vinea wine day

Em meio a temporada de liquidações das importadoras de vinhos, a Vinea teve a interessante idéia de conjugar suas ofertas com uma degustação de alguns vinhos de seu portfolio.
Pagava-se R$50,00 pelo convite e este valor poderia ser convertido em compras dos produtos a preços promocionais.
Até agora foi a idéia mais bacana para levar o consumidor às lojas e aproveitar os preços de ocasião.





Postado por Marcel Miwa e Nina Moori.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Myoga


Um broto, da mesma família do gengibre, de aroma e sabor intenso e levemente picante (lembra gengibre com toque de alho). Utilizado para acompanhar missoshiru, fazer conservas ou simplesmente cru.
Apreciamos sem nenhuma cocção, com um pouco de misso temperado.

Postado por Nina Moori.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Legumes assados

Vagens, acelga, tomate, cebola, abóbora e dentes de alho assados com aquela velha fórmula: aceto balsâmico, toque de açúcar mascavo, flor de sal e muito azeite.

Postado por Nina Moori.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Batata doce dourada


As batatas doces orgânicas (presente de M.) foram semi cozidas em água salgada, fatiadas com casca, grelhadas com óleo de girassol e polvilhadas com flor de sal do Algarve. acompanharam o bife marinado com misso e alho.

Postado por Nina Moori.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Mini rosa amarela

do tamanho de um polegar...

Postado por Nina Moori.

Krupnikas

Um licor de origem lituana à base de mel. Na sua composição as especiarias dão o toque especial: cardamomo, noz moscada, alcaravia, cravo, canela, pimenta do reino negra, cúrcuma, açafrão, gengibre e casca de laranja e limão.
Ganhei este licor de T.

Postado por Nina Moori.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Hokkaido kotobuki surume



É a resposta ao post de ontem!
Quando era criança, este e vários outros alimentos japoneses não chegavam ao Brasil. Não havia importação. Só conseguia saborear essas delícias quando ocorriam os bazares nipônicos ou algum conhecido viajava para lá.
Hoje é mais fácil, basta ir até o bairro da Liberdade e comprar. Mas perdeu aquela aura mágica...



Surume é um tipo de lula desidratada é consumida como um petisco. Gosto de cortar em lascas e "queimar" levemente na chama do fogão. Depois é só desfiar com as mãos e aproveitar...

Postado por Nina Moori.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Estranho...



estranhas estas texturas...
O que será isto?

Postado por Nina Moori.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Moqueca de banana



Tenho visto tantas receitas de Moquecas de banana (Moqueca com pimenta, AmouseBouche, Come-se e Chucrute com salsicha) que não resisti...
Lembro que quando era criança, não apreciava pratos salgados com presença de frutas (salpicão com maçã, arroz com passas, molhos adocicados para carnes, geléia no molho da salada). Hoje adoro!
Fui atrás da banana da terra (que raramente tem espaço na nossa cesta de frutas).
Um prato bem rápido de preparar. Refoguei cebola em rodelas finas, alho picado e um pouco de coentro em óleo de girassol. Uni rodelas de tomate maduro, sal marinho, muito colorau. Acrescentei água quente e cozinhei até amolecer o tomate (retire metade do líquido e una farinha de mandioca, pimenta vermelha e sal para fazer um pirão). Adicionei as rodelas de banana da terra (uma unidade por pessoa), abaixei o fogo e tampei. Após 3 minutinhos, polvilhei salsa e coentro frescos e flor de sal do Algarve.
Servi com o pirão e com um arroz de coco queimado (feito com raiz de coentro, cebola, alho e azeite de coco babaçu - uni o coco queimado depois da cocção).




Postado por Nina Moori.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Decanter Ovarius

Ontem fui ao lançamento do decanter Ovarius e da nova carta de vinhos do restaurante Le Manjue Bistrô.
O decanter Ovarius, trazido ao Brasil com exclusividade pela impotadora World Wine, é fabricado artesanalmente. Desenvolvido por Michel Patois com o intuito de revelar a energia do vinho. O formato do decanter foi baseado no símbolo do infinito (lemniscata).



O bistrô Le Manjue propõe unir a alta gastronomia com uma alimentação orgânica e funcional em uma ambiente rústico-chic.




Degustei dois vinho naturais que foram decantados no Ovarius: Touraine La Tesnière 2005 e La Pangée 2005 Domaine Le Briseau (Loire).


O restaurante serviu o Couvert - o melhor da refeição (naan, chutney de tomate, relish de cebola, caviar de berinjela, raita, quark e crudité), Cestinha com quinoa (leve), Crepe com trigo, Jambalaya (bem diferente do clássico prato cajun/creole de New Orleans) e Sorvete de doce de leite com compota de jaca.



Postado por Nina Moori.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Bolo de pêra - gluten free

Este bolo estava de listinha de "receitas a fazer" faz tempo. Na verdade, é uma receita de "Pão rápido de maçã e framboesa" do Dellishville. Alterei a maçã para pêra e a framboesa para pêra seca. Aproveitei para testar o uso do kanten (agar-agar) na substituição da goma xantana.

Bolo de pêras (gluten free):
receita original
165g de mistura de farinha sem gluten
1 1/2 tsp de fermento químico
1/2 tsp de bicarbonato de sódio
1/2 tsp de agar (a receita original usou goma xantana)
1 tsp de canela em pó
1/4 tsp de noz moscada ralada
1/4 tsp de sal marinho
80g de açúcar mascavo (a receita original usou 95g)
80g de óleo de girassol
65g de purê de pêras
2 ovos caipiras
60g de pêra ralada (ralador grosso)
60g de pêra seca (previamente hidratada em Poire)

Farofa:
usei o recheio da Torta de mandorle e sesamo que estava congelado (descongelei)

Prepare uma forma de bolo inglês de 20 X 8cm.
Peneire os secos.
Bata açúcar, óleo, purê de pêra e ovos até espumar.
Una os secos.
Una a pêra ralada e a pêra seca. Polvilhe a farofa.
Asse à 190ºC.



O bolo/pão ficou bem macio e não estava esfarelando tanto quanto as antigas tentativas de bolos gluten free. Ainda não sei dizer se a razão da ótima textura foi o purê de frutas ou o kanten.

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Postado por Nina Moori.

Pasta rápida


um bom azeite + cebola + alho + molho de tomate (que estava congelado) + carne moída + pasta curta cozida + Parmigiano-Reggiano

Postado por Nina Moori.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Jabuti bar

O Jabuti é um antigo boteco localizado na Vila Mariana (av. Conselheiro Rodrigues Alves, 1315). O ambiente é super simples - me lembrou aquelas antigas panificadoras (aliás necessitando de uma reforma).
O Marcel já conhecia o local - da época em que jogava futebol lá perto (toda vez que passávamos em frente ele dizia: a comida daqui é ótima).
Os peixes e frutos do mar são as especialidades da casa.

Marisco com vinagrete (servido com fatias de pão francês - ótimo petisco)


Camarão (com muito alho, estava saboroso, mas melhoraria com menos sal)


Escabeche de sardinha (lembrou o da minha mãe - servido frio, foi o melhor da noite)

Postado por Nina Moori.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Groselha baiana



Folheando o livro O sal é um dom (receitas de Dona Canô), vi uma receita de Doce de groselha. Fiquei intrigada. Até então eu achava que groselha era uma fruta típica da Ásia e Europa.
F. encarregou-se de ir atrás da groselha em Salvador. Descobriu que a groselha é comum na região (usada para sucos, geléias e compotas).
Não consegui muita informação sobre esta fruta no Brasil. Resolvi perguntar para a Neide Rigo, que disse que a groselha brasileira não tem nada a ver com a européia (nem com a pitanga, com a qual se parece fisicamente - o pé de groselha baiana não se parece com o de pitanga).
A groselha brasileira/baiana é clarinha (varia entre os tons de branco, verde palha e amarelo claro), possui uma sementinha em formato de estrela (igual à acerola), tem aroma perfumado e boa acidez.
Experimentei a geléia na casa de F. (o sabor é único). Com a cocção e presença de açúcar, torna-se avermelhada.
Ganhei um pacote das frutinhas congeladas que vieram diretamente de Salvador. Tornaram-se uma compota de groselha baiana!

Compota de groselha baiana:
100% de groselha baiana
50% de açúcar orgânico
10% de suco de limão Tahiti
40% de água

Leve tudo ao fogo baixo. Cozinhe por cerca de 2h ou as frutas ficarem tenras. Escume a espuma que se forma.


Coloque em potinhos e deixe esfriar.

Postado por Nina Moori.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Mangostim



Há mais ou menos dez anos, meu pai apareceu com uma caixa de frutas exóticas, roxinhas e com casca dura. Nem sabíamos ao certo como descascar ou comer (que parte era comestível). Ao abrir o mangostim, nos deparamos com uma polpa branca de aroma delicado e sabor que equilibrava entre o doce e o ácido.
A verdade é que achamos uma fruta interessante, mas longe de entrar para a lista de frutas preferidas. Hoje virou moda. E o preço está astronômico.



Postado por Nina Moori.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Hawaii chocolate

macadâmias havaianas cobertas com chocolate ao leite

Postado por Nina Moori.

sábado, 10 de janeiro de 2009

Torta di mandorle e sesamo

Gergelim, amêndoa, amaretti e amaretto. Lembrava desta combinação em uma sobremesa de algum Natal passado. Será que daria certo em um bolo? No mínimo interessante...
Usei como base uma receita de um bolo neutro de método cremage.



Torta di mandorle e sesamo (achei que um nome italiano combinaria com os ingredientes):
280g de farinha de trigo
8g de fermento químico
1,5g de bicarbonato de sódio
1,5g de sal marinho
130g de manteiga
150g de açúcar de confeiteiro
160g de ovos caipiras
5g de extrato de baunilha
240g de sour cream
60g de Amaretto

Recheio:
70g de gergelim branco (pode usar o preto)
55g de amêndoas picadas torradas
20g de Amaretti
40g de açúcar orgânico

Unte uma forma de bolo inglês grande com manteiga e forre com papel manteiga.
Doure o gergelim em uma frigideira - não deixe queimar.
Processe com os ouros ingredientes do recheio. Reserve.
Bata a manteiga com açúcar. Una ovos, aos poucos. Una os ingredientes secos, previamente peneirados juntos, alternando com o sour cream e licor.
Espalhe 1/4 da massa no fundo da forma e disponha 1/4 da mistura de gergelim e amêndoa. Termine as camadas. Com auxílio de um espeto, desenhe na massa crua para que crie um marmorizado.
Asse à 180ºC por 1h. Desenforme e deixe esfriar.

Servi com uma xícara de rooitea baunilha.



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Postado por Nina Moori.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Nero di sepia e pesto

Arrumando a cozinha no começo de ano, separei alguns ingredientes com prazo de validade no limite. O nero di sepia é um deles. Pensei em fazer um risotto, mas o arbório havia acabado (eu jurava que havia meio pacote ainda - evaporou-se).
Dias atrás, um maço de manjericão fresco na geladeira havia se trsnformado em um molho pesto. Seria este o destino do pesto?


Fetuccine nero e pesto:
(duas pessoas)
100g de farinha de trigo
100g de semolina de trigo durum
50g de ovo caipira
1g de sal
4g de nero di sepia
40g de azeite
água gelada
Misture as farinhas com sal.
Faça uma cova no centro e una o ovo, tinta de lula e azeite. Agregue com cuidado. Una água até obter uma massa firme e macia.
Embrulhe em filme e deixe descansar por 30 minutos em temperatura ambiente.
Passe no cilindro e corte. Deixe secar.
Cozinhe em porções em água salgada.
Una o molho pesto (pignole ou nozes, manjericão fresco, salsa, alho, azeite e sal).



Esta pasta ficaria deliciosa com lulas ou camarões e molho de tomate. Mas eu só tinha um potinho de pesto na geladeira.
Sirva sem queijo. O sabores dos frutos do mar devem ser respeitados.

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Postado por Nina Moori.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Kokotxa

Este post foi escrito pelo amigo e colaborador André B.
Durante sua viagem à Espanha visitou o restaurante Kokotxa (uma estrela no Michelin) e registrou o menu degustação (58 €).

O serviço estava ótimo até o momento em que a garçonete foi substituída por um garçon brasileiro, que percebeu que se tratava de um cliente conterrâneo.
De qualquer forma, atendimento sempre simpático e descrição detalhada dos pratos.

Aperitivo de la casa: pães com azeite e flor de sal. Sal bem aromático.

Tartar de bonito con salmorejo y sorbete de cebolla caramelizada: no tartar, o salmorejo estava beirando uma acidez excessiva, mas foi bem equilibrado com o sorbete de cebolla caramelizada.


Txipirón con panceta asada y patata ahumada: p.q.p!


Ravioli de rabo y manitas con piña e Idiazabal.


Pescado del día, verduras salteadas en velo de tocino y romescu: foi servido merluza.


Presa de cerdo ibérico con crema de jabugo y migas crujientes: Feita a partir da primeira parte do lombo (“corcunda”) do porco. Carne bastante vermelha, muito saborosa. Servida sob flor de sal, harmonizando muito bem com o creme de jabugo.


La tarta de queso en vaso.


Mamia esponjosa con crema de moscobado y helado de nueces: mamia esponjosa (muito semelhante à uma maria mole) tinha ainda o que o garçon descrever como espuma de mel por cima, o que para mim foi o ponto forte desse último prato.
Postado por André B.