Como inicialmente queríamos conhecer o mercado, atravessamos a barreira de uns seis garçons oferecendo uma mesa. Após uma rápida volta, agimos como bons turistas e aceitamos a oferta de um dos atendentes.

O Couvert era simples, no melhor estilo "belisque algo enquanto o prato não está pronto".

Como estávamos com fome e pouca paciência, pedimos logo o Jardim de frutos do mar, o suficiente para duas pessoas e trazia um pouco de cada uma das iguarias típicas do país.

Os exóticos macha, loco (abalone) e picoroco.

Valeu pelo exotismo destes três. O restante estava longe de entusiasmar. Lulas duras, vieiras com gosto de milho cozido, mariscos com pouco sabor...
Ah, o vinho ainda ajudou a ter uma visão mais otimista do almoço. Aromas intensos, acidez vibrante e álcool domado, ótimo.

Postado por Marcel Miwa.



2 comentários:
Vocês criticam (quase) todos os resturantes, bares, vinhos, eventos que os jornalistas elogiam. E falam bem das casas que ninguém conhece.
este pao amarelinho a esquerda da foto é o "amasado"...muito bom qdo quente! ainda mais qdo acompanhado de um montes!
OBS.anônimo o nome disso é isenção!! algo que a maioria dos jornalistas que vc costuma ler, nao tem!!! viva os blos independentes e isentos!!
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