sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Souza

Uma das coisas que mais gosto em São Paulo é que sempre encontro algum local para comer tarde da noite. Meus horários são incomuns (comum sair do trabalho às 22-23h) e depois de trabalhar o dia inteiro o que não quero é terminar a noite com um sanduíche (entendam que não vejo problema nenhum em comer sanduíches de vez em quando, mas todos os dias....).
O Marcel descobriu este bar/restaurante que funciona 24h (fica em frente ao hospital São Camilo).
No bar Souza (avenida Pompéia, 115) escolhemos o "Filé de frango à parmegiana" (serve bem duas pessoas - com arroz e batata frita) por R$17,90 (preço atraente, comida honesta e 24h de atendimento).

Postado por Nina Moori.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Pudim de Colomba


Sei que ainda estamos em fevereiro, mas as vendas de Páscoa já começaram. Ganhei uma Colomba Pascal e achei que a melhor opção de consumí-la (comi muito Panettone - que acho bem parecido com a Colomba - no fim do ano passado) seria utilizar como base para um doce.

Pudim de Colomba:
4 fatias largas de Colomba Pascal
140g de nata fresca
400g de leite
60g de açúcar (usei 30g)
2 ovos
1g de canela em pó
açúcar demerara
Corte as fatias de Colomba em triângulos e disponha (forma harmônica) em 8 ramekins ou refratário grande. Misture os ovos com açúcar, nata, leite e canela. Verta com cuidado sobre as fatias de pão doce (não deixe até a borda, pois infla bastante durante a cocção). Cubra com filme plástico e gele por 1h.
Aqueça o forno à 180ºC. Polvilhe o demerara sobre o pão doce e asse por 35-40 minutos ou dourar.
Sirva imediatamente.

Dúvida sobre os pesos e medidas dos ingredientes? Clique aqui.

Postado por Nina Moori.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Lindos trabalhos!




feito pelos alunos...
Postado por Nina Moori.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Bier & Bier

O Marcel freqüentava o local quando ainda era o Juca Alemão. Ficou alguns anos sem voltar.
Estávamos com vontade de apreciar a cozinha alemã e apostamos no Bier & Bier.
A decoração dele é praticamente uma “cantina alemã” (se é que existe o termo), salão espaçoso (três ambientes) e mesas grandes.
Pulamos o couvert (acho que continha pães, torradas, manteiga e salsichas). O Marcel escolheu o “Beef tar tar completo” e eu fui de “Paprika kassler”.
O prato de Marcel chegou primeiro (seria mais elegante chegar os dois pratos juntos à mesa), finalizado à mesa (comme il faut), teve um mise en scène tão rebuscado que se tornou cômico (acho que o garçon revirou o prato umas 5 vezes, trocando três vezes de prato). Tudo poderia ser compensado por um resultado apetitoso...o que não ocorreu (cebola, salsa, alcaparra, gema crua, sal, mostarda escura e clara, páprica, cognac e... óleo composto – que estragou tudo!). Teria sido melhor usar apenas óleo de milho.


O meu prato tinha um kassler macio e saboroso, mas o molho era muito grosso (com sabor de farinha de trigo crua) com um toque de páprica e o knodel estranho, escuro demais (o Marcel chamou de isca de peixe).


Mas o steinegger nacional e a limonada era bons.


O post ficou ácido demais? É porque não sentiram as agonias estomacais depois deste jantar...
Postado por Marcel Miwa e Nina Moori.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Saladinhas no Wraps

Uma opção mais leve nas praças de alimentação em shoppings.
Salada especial Manhattan (em cima).
Bowl couscous marroquino Barcelona.

Postado por Nina Moori.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Umeboshi


Uma conserva feita com um tipo de ameixa (nacionais bem pequenas, ácidas e muito salgadas e japopnesas maiores e suculentas) e shissô, conhecido como o manjericão japonês (responsável pela coloração arroxeada e o aroma cítrico). Tem o aroma levemente adocicado lembrando amora.
Comemos acompanhando o arroz branco.

Postado por Marcel Miwa e Nina Moori.

Surumê saki-iká


Este é o rei dos snacks japoneses! Lula seca desfiada, temperada com açúcar, vinagre de arroz, pimentas, diversos tipos de sais e stévia. Indicado para os que querem descobrir o que é o quinto sabor: umami.
Postado por Marcel Miwa e Nina Moori.

Pão de passas e grãos


confeccionado por uma aluna...
Postado por Nina Moori.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Rooitea baunilha

Este é o meu preferido atualmente. Uma infusão (não podemos chamar de chá, afinal não é à base de camellia sinensis) tão perfumada e sem cafeína!
O Rooitea vem de um arbusto chamado Rooibos (Aspalathus Linearis), na região norte (Montanhas Cedarberg) da Cidade do Cabo (àfrica do Sul). O Rooibos, também chamado de red bush é rico em rica em antioxidantes (Super Oxide Dismutase) e minerais essenciais.
Seu sabor é delicado com taninos quase imperceptíveis. O aromatizado com baunilha é mais adocicado (no aroma).

Na foto, a infusão na xícara e o rooitea antes e depois do uso.
Postado por Nina Moori.

Pães, três cores, três sabores

Mesma massa, três sabores:
Integral com alecrim
Tomate
Cúrcuma com cenoura

Massa base:
500g de farinha de trigo
13g de sal
1/2 env. de fermento seco
350ml de água
Peneire a farinha com sal (no pão integral, utilizei metdade de farinha de trigo integral) e fermento. Faça uma cova e acrescente metade da água (no pão de tomate, uni 1tbsp de massa de tomate e no pão de cenoura, uni 50g de cenoura ralada fina e 1tsp de cúrcuma em pó), incorpore com a mão. Adicone água até obter uma massa macia (no pão integral, uni 1 ramo grande de alecrim fresco). Sove por uns 15 minutos. Coloque em tigela untada com óleo, cubra e deixe dobrar de volume. Modele (mini, redondo, forma, baguete, etc). Coloque na forma e deixe crescer até dobrar. Asse à 190-200ºC por cerca de 30 minutos.


Aproveitei estes pães com salame espanhol, sardela, manteiga salgada e paté de fígado.


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Postado por Nina Moori.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Balas japonesas

Estas pequenas balas me recordam a infância! Achava o máximo poder comer balas com embalagem e tudo (ou quase, retirava a embalagem externa e comia). A embalagem interna é feita com algas (pelo menos foi o que me informaram) e derrete em contato com o calor da língua.

Postado por Nina Moori.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Rocambole de cenoura


Esta receita é daqui. Em Portugal, chamam de Torta de cenoura.
Rocambole de cenoura:
500g de cenoura cozida e amassada
400g de açúcar
4 ovos
1tsp de fermento químico
4tbsp de farinha de trigo integral
Bater os ovos com açúcar até quadruplicar de volume. Incorporar a cenoura com cuidado. Agregue a farinha de trigo previamente peneirada com o fermento. Asse em forma retangular forrada com papel manteiga no forno à 180ºC (não deixe assar em excesso ou não conseguirá enrolar). Desenforme. Polvilhe açúcar demerara e enrole como rocambole.
A textura do bolo é macia, quase cremosa!


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Postado por Nina Moori.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Paralelo 12:27

Mudando um pouco de ares, resolvemos visitar um bar na Vila Mariana (zona sul de São Paulo) seguindo indicação da nossa amiga F.
O nome do bar corresponde ao número do imóvel localizado na rua Joaquim Távora (o que ajuda um pouco, pois esta quadra é “tomada” por bares). Com ambientação ok e serviço um pouco atrapalhado (pedir cachaça requer paciência, uma vez que os atendentes não dominam a longa carta de cachaça).
Fora o cardápio de cachaças, possuem um cardápio de cervejas e outro de petiscos em geral (um pouco caros).
Conseguimos explorar mais o cardápio de cervejas:

“Colorado Indica”, para nós a melhor! Rótulo simpático e sabor agradável com boa complexidade (café com leite), sem ser pesada. Produzida em Ribeirão Preto.

“Danabier Mônica ale”, cujo nome é uma homenagem à filha do produtor. Digamos que a propaganda desta cerveja no cardápio era melhor que o produto. Muito pesada, faltava drinkability.

“Eisenbahn Rauchbier”, feita com malte defumado. Cumpre o que promete, muito defumada e forte. O aroma lembra bacon ou alguns whiskies turfados (e não trufados, como alguns “especialistas” chegam a citar).

“Mini degustação de chopp Eisenbahn” – Pilsen, Weiss, Pale e Dunkel - a proposta interessante para se conhecer a linha completa de chopps para depois continuar com o seu favorito.

Finalizamos com um espresso Santa Mônica, acima da média para um bar.
Postado por Marcel Miwa e Nina Moori.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Bolo de fubá e abacaxi...novamente

Mesma receita, mas com abacaxi caramelizado no fundo da forma (untada com óleo, sem farinha de trigo). Desenformado ainda morno.
Postado por Nina Moori.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Panforte sem chocolate

O processo é o mesmo desta receita, mas sem a adição de chocolate. Fica mais neutro e o sabor das especiarias fica mais evidente.

Panforte:
50g de pistache sem casca picado
150g de amêndoa sem casca picada
60g de grapefruit cristalizada
70g de limão cristalizado
80g de gengibre cristalizado
100g de açúcar demerara
100g de mel
50g de farinha de trigo
1/2 tsp de canela em pó
1/2 tsp de pimenta do reino branca moída
cravo, noz moscada, pimenta da Jamaica e pimenta do reino em pó a gosto
Misture açúcar e mel e leve ao fogo.
Misture os outros ingredientes.
Quando a calda ferver e os grãos de açúcar dissolverem, verta sobre os ingredientes secos.
Misture bem e coloque em forma untada com óleo e forrada com papel manteiga.
Asse no forno pré aquecido à 160ºC por 30 minutos.
Desenforme ainda quente sobre superfície untada. Deixe esfriar.
Sirva em fatias finas com chá ou café.
Quanto mais velho, mais perfumado ficará. Mas sempre acaba antes...
Postado por Nina Moori.

Mojito e cigarrilha

Postado por Nina Moori.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

No knead bread - versão aveia

Já havia feito com farinha de trigo, aromatizado com ervas, integral, com nozes e com passas.
2 1/2 cup de farinha de aveia
1 1/2 cup de farinha de trigo integral
1 1/2 cup de farinha de trigo
1/2 cup de aveia em flocos
3cup de água
1/2 tsp de fermento biológico seco
3tsp de sal marinho
Misture tudo (fica bem mole). Cubra e deixe crescer por 12-18h. Sobre farinha de aveia, dobre a massa em envelope. Cubra com filme plástico e repouse por 15 minutos. Boleie (fiz mini pães), deixando as bordas para baixo. Polvilhe com farinha de aveia ou aveia em flocos, cubra e deixe crescer por 1h ou dobrar de volume. Aqueça uma panela de ferro com tampa por 15 minutos no forno à 250ºC, coloque o pão (cuidado para não se queimar), tampe e asse por 30 minutos. retire a tampa, abaixe para 220ºC e asse por 15 minutos ou assar.



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Postado por Nina Moori.

White tea

É um chá de origem chinesa (província de Fujian) à base do broto da camellia sinensis (assim como o verde e o preto). Por ser menos processado que os outros contém mais nutrientes e menos cafeína (normalmente não passa pela fermentação).
É descrito como um chá ligeiro, de cor clara, sabor delicado, aveludado e refrescante, rico em antioxidantes.
Fiz a infusão com água à 95ºC por 1 minuto. O chá realmente é leve, refrescante e exótico, mas a presença do tanino é grande.

Postado por Nina Moori.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Queijos e vinhos


Esta é uma harmonização que todos deveriam tentar pelo menos uma vez! Uma verdadeira harmonização enogastronômica, onde o queijo melhora na companhia do vinho e vice e versa.
Provamos um Brie bem maturado (como deve ser), cedido pela nossa amiga F., um queijo de massa mole e crosta florida (mofo branco) e um édam, um queijo de massa prensada e não cozida de origem holandesa.
O vinho era o Balthasar Ress Riesling Kabinett 2004. Embora seja um kabinett (mais simples), já provamos também com um spätlese e um auslese e todos combinam muito bem (com estes queijos).
Postado por Marcel Miwa.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Torta de milho e batata

Desta vez usei massa brisée pronta. No recheio, batatas em cubinhos, grãos de milho cozidos, tomate, cebola e alho refogados.
Postado por Nina Moori.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Eau de vie

Em pequenas doses...
Postado por Nina Moori.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Canja de galinha não faz mal a ninguém

Durante alguns anos, passei o carnaval em POA na casa de uma amiga da faculdade. Todo dia quando voltávamos da folia, uma boa canja (feita pelo pai dela) estava esperando por nós.


Comfort food para repor as energias...
postado por Nina Moori.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Empório Mercatore

Como ultimamente estamos visitando muitos bares e restaurantes no bairro da Lapa, notamos a presença deste novo empório.
Com atendimento atencioso, decoração atrativa e muitos produtos do segmento gourmet, é uma mescla de empório (muitos produtos interessantes – alimentos, cervejas, sucos e vinhos), rotisserie e restaurante (sanduíches, saladas, massas e algumas carnes).
Pedimos duas saladas, um tanto quanto caras pelo tamanho (R$18,00); frango assado, bom tempero e excelente cocção (R$18,00), costelinha de porco assada, saborosa e apenas R$10,00 e finalizamos com um espresso, Orfeu e bem tirado.






Destaque para a máquina registradora, LINDA!!!

Postado por Marcel Miwa e Nina Moori.

Paulo Laureano Premium

Paulo Laureano é o enólogo responsável por este vinho (e também por muitos outros, como Mouchão e Altas Quintas). Em 2006, tivemos o prazer de participar de uma degustação (Prazeres da Mesa Ao Vivo) conduzida por ele. Figura simpática que fala sobre e produz vinhos com competência.
Confirmamos a nossa primeira impressão: é um vinho alentejano de grande qualidade e com preço excepcional (R$35,00 na Villa Grano). Já degustamos vinhos com preços bem mais elevados e com qualidade muito semelhante a este.
Faz parte da nossa lista de favoritos.
Postado por marcel Miwa e Nina Moori.

Ensopado de grão de bico

Postado por Nina Moori.