quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Guaraná Jesus

Eu já havia experimentado há alguns anos atrás. Ganhei duas latinhas de uma aluna maranhense e quando mencionei o fato ao Marcel, ele ficou bem curioso.
É um refrigerante de coloração rosa (slogan: "Guaraná Jesus, o sonho cor-de-rosa.") com sabor que lembra tutti frutti e muitíssimo doce. É comercializado apenas no Maranhão e campeão de vendas na região (dizem que uma grande empresa de refrigerante já tentou comprar para liquidar com o guaraná Jesus).

Postado por Nina Moori.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Pãozinho de alecrim

Só com farinha de trigo, sal, fermento, água e alecrim fresco.

Postado por Nina Moori.

Linguini com pesto de hortelã

Pesto com hortelã fresca, pecan, Parmesão, azeite e alho (salteado).
Postado por Nina Moori.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Cheesecake de tofu


240g de tofu soft drenado
36g d mel
1 ovo caipira
40ml de iogurte de soja
9g de amido de milho
180g de pâte de noisette
Processe o tofu com mel, gema e a pâte de noisette. Adicione o iogurte misturado com o amido. Incorpore a clara em neve. Coloque em forma untada com óleo e asse à 180ºC por 30 minutos ou firmar no centro. Esfrie e gele. Sirva fatiado regando com mel.
Eu gosto de comer colheradas deste cheese cake ainda quente.

Dúvida sobre os pesos e medidas dos ingredientes? Clique aqui.

Postado por Nina Moori.

Farofa de soja

Grãos de soja cozida, rodelas de banana maçã, cebola picada e farinha de mandioca.
Postado por Nina Moori.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Figos

Marinados em pouco mel e gotas de aceto balsâmico. Servidos com barra de cereal esmigalhada.

Postado por Nina Moori.

Agora sim!

Aumentei a quantidade dos ingredientes secos da outra receita e o resultado foi superior.
Barrinhas de cereais:
1cup de aveia em flocos finos
1cup de flocos de arroz
1/4 cup de passas
1/4 cup de manga liofilizada
1/2 cup de semente de girassol
3/4 cup de kinako (farinha de soja torrada)
1/4 cup de farelo de aveia
1tbsp de gergelim preto
1/4 cup de açúcar cristal orgânico escuro
1cup de xarope de glucose
1tbsp de mel
Faça uma calda em fogo bem baixo com mel, açúcar e xarope de glucose. Misture os outros ingredientes. Cozinhe a calda por 18 minutos. Misture tudo. Coloque em forma retangular forrada com filme plástico, alise com as mãos. Amorne e corte com faca lisa. Esfrie e armazene em recipiente hermético.


Dúvida sobre os pesos e medidas dos ingredientes? Clique aqui.

Postado por Nina Moori.

5ª Harmonização Virtual

Nesta edição nossos amigos do Le Vin au Blog (Rafaela e Claudio) sugeriram o vinho Finca La Linda Bonarda 2006. Para escolhermos o prato, demos uma “olhadinha” na ficha técnica do vinho (ótima, completa - disponível no site da importadora Decanter) e parte da idéia surgiu de lá.


O prato escolhido foi: Risotto de cogumelo e pepperoni.

Fundo (caldo) de legumes:
½ xícara de cenoura picada
1 xícara de cebola picada
½ xícara de salsão picado
1 dente de alho pequeno esmagado
4 talos de salsa
3 pimentas do reino em grão
Leve tudo ao fogo baixo com 1L250ml de água. Deixe cozinhar por cerca de 40 minutos, após levantar fervura, sempre no fogo baixo. Coe e reserve o caldo. O caldo que sobrar, esfrie e congele para futuras receitas (sopas, molhos, etc).
Risotto:
1 colher (sopa) de óleo
1 colher (sopa) de manteiga
½ cebola média picada
180g de pepperoni finamente fatiado
100g de cogumelo Paris fresco fatiado (cerca de ½ bandeja)
50ml de vinho tinto seco
½ xícara (chá) de arroz arbóreo
fundo de legumes bem quente
¼ xícara (chá) de queijo parmesão ralado
sal a gosto
Aqueça o óleo e manteiga em panela de fundo grosso. Junte a cebola e refogue sem dourar. Junte o pepperoni e deixe dourar levemente.
No fogo alto, adicione o cogumelo e refogue por cerca de 5 minutos. Junte o arroz e refogue.
Acrescente o vinho tinto. Abaixe o fogo e adicione 2 conchas de fundo de legumes quente (deixo uma panela pequena com o fundo em fogo bem baixo).
Conforme o líquido for evaporando (não use tampa), acrescente mais um pouco de fundo de legumes. Mexa de vez em quando para não grudar nas laterais ou fundo da panela.
Cozinhe até o arroz ficar al dente (a quantidade de fundo varia conforme arroz, provavelmente estará no ponto com cerca de 3 xícaras). Acrescente sal a gosto e desligue. Finalize com queijo parmesão. Sirva imediatamente.


Impressões: desta vez nossas impressões foram semelhantes. O vinho possui um forte caráter italiano, com potência alcoólica de Novo Mundo. Aromas mais nítidos de cereja (dip n’lick), ameixa, madeira não muito elegante e leite. Lembra o perfil de um Dolcetto.
Na harmonização, tivemos que dar um desconto pois o pepperoni que compramos não tinha a picância esperada. Porém tentamos corrigir no prato com o acréscimo de pimenta do reino. Primeira parte (sem pimenta) – achamos que o equilíbrio era alcançado quando a garfada continha pedaços do pepperoni. Quando isto não ocorria, o vinho atropelava o prato. Segunda parte (com pimenta do reino polvilhada) – neste caso a sinergia foi muito melhor. Matt Kramer, autor de alguns livros sobre vinho, certa vez escreveu (acho que em algum site) a pimenta do reino arredonda qualquer ligação prato-vinho. Sempre fui muito cético a esta regra, porém neste caso dou o braço a torcer! Melhorou muito! Tanto o prato como o vinho ganharam quando provados conjuntamente. A única ressalva é o alto teor alcoólico do vinho, que briga um pouco com a comida (qualquer uma). No ranking geral, achamos que esta harmonização foi uma das melhores, logo após ou empatado com a 1ª harmonização (steak au poivre com Pascual Toso Malbec).
Dêem uma olhada na opinião do Espressa-mente.
Postado por Marcel Miwa e Nina Moori.

domingo, 27 de janeiro de 2008

Confraria brasileira de vinhos de Portugal

A “Confraria brasileira de vinhos de Portugal”, recentemente criada pelo amigo e companheiro de degustação Alexandre Rodrigues, teve como atividade inicial uma excelente degustação vertical (mesmo vinho, de safras diferentes) da Quinta do Côtto. Esta Quinta, localizada na região do Baixo Corgo, no Douro, sempre esteve focada na produção de vinhos tintos tranqüilos, deixando a produção do Vinho do Porto em segundo plano. Dos tintos, são produzidas apenas duas linhas: Quinta do Côtto e Quinta do Côtto Grande Escolha. O primeiro é o resultado do corte de tinta roriz (a mesma tempranillo espanhola ou aragonez no Alentejo), touriga nacional e touriga franca. O segundo, é um vinho produzido a partir das vinhas mais antigas da propriedade, que passa por 18 meses em barricas novas de carvalho português e conta com grande participação da casta sousão, que explica a conservação da coloração profunda mesmo após longo envelhecimento. É produzido apenas nos melhores anos.

Estes foram os vinhos degustados:
Quinta do Côtto 1995(elegante, macio, cedro, tosta intensa, avelãs, fruta mto. madura. 89+)
Quinta do Côtto 1997(balsâmico, cereja, leve doçura, vegetal, macio, leve a.v. 88-)
Quinta do Côtto 2002(tosta intensa, fruta mto. madura, +tanino, +álcool, potente. 88)
Quinta do Côtto 2003(amora, fruta fresca, lácteo, mineral, média concentração. 88+)
Quinta do Côtto Grande Escolha 2001(ervas, canela, tanino mto. fino, boa acidez, mel. 90)


Tendo em vista a grande oportunidade, ainda praticamos algumas harmonizações: tanto o magret como a codorna combinaram de forma excepcional com o Q. do Côtto 1995, pela maciez e sutileza deste exemplar mais evoluído, tanto o prato quanto o vinho ganharam com a união.

Nosso colega e também companheiro das degustações da revista Gula, C. Hakim, ainda contribuiu com o ótimo Meandro (do Vale Meão) 2004: opulento, muita violeta, doce de leite, taninos finos e acidez sustentando o conjunto.

Para finalizar em grande estilo um Porto Vintage Fonseca Guimaraens 1986: evoluído, potente, boa fruta (fresca), leve amendoado e nozes.
Participaram da degustação nosso “mestre” J.G.L.Pagliari e nossas colegas F. e A.
Esta degustação foi realizada no restaurante Santo Colomba.
Sucesso Alê!
Postado por Marcel Miwa.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Arroz integral de cogumelo


Simples: cogumelos Paris frescos fatiados refogados em cebola e alho, arroz integral tipo cateto e fundo de legumes (nada de usar aquele pronto cheio de conservantes), adicionado aos poucos. Finalize com sal e um bom azeite.

Postado por Nina Moori.

Maxixe com carne seca

Lembram da publicação Conversa paralela? Consegui comprar alguns maxixes e fiz com carne seca (um dos pratos citados na conversa dos garçons).
Para quem conhece o sabor do maxixe: lembram pepinos com toque de acidez. Para preparar, lavo um a um na água corrente com auxílio de uma escovinha (de dentes, mas com uso exclusivo para legumes e verduras), retiro as extremidades, corto ao meio e fatio.


Maxixe com carne seca:
Refogue alho em óleo, junte carne seca (dessalgada) em fatiada, acrescente água quente (suficiente para cobrir) e cozinhe até amaciar.
Fatie algumas cebolas e leve ao fogo baixo apenas com óleo. Cozinhe mexendo de vez em quando. A cebola perderá líquido e ficará caramelizada (cerca de 20 minutos). Um pouco de sal.
Em outra panela, salteio o maxixe fatiado em óleo, salgo e misturo à carne seca (o líquido já terá evaporado). Sirva com cebolas caramelizadas por cima (salgado da carne seca, acidulado do maxixe e adocicado da cebola).

Postado por Nina Moori.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Licor de café


Ganhamos da Débora e do Fernando.
Ainda não sei em qual receita utilizarei. Alguma sugestão?
Postado por Nina Moori.

Barrinha de cereais


Barrinha de cereais:
1/4 cup de açúcar mascavo ou demerara
1tbsp de mel
1cup de glucose de milho
1cup de farelo de aveia
3/4 cup de farinha de castanha de caju (amêndoa ou Pará)
1/4 cup de farinha de linhaça
1/2 cup de flocos de arroz
1/2 cup de passas pretas
1/2 cup de semente de girassol
Faça uma calda com os três primeiros ingredientes no fogo baixo. Deixe cozinhar por cerca de 18 minutos.
Misture todos os outros ingredientes em um bowl. Verta a calda ainda quente e misture com colher. Espalhe a massa sobre silpat, mármore untado com óleo ou filme plástico. Com as mãos untadas com óleo, modele em formato retangular (fiz com 10cm de largura e 1cm de espessura). Deixe esfriar e corte com faca ou espátula de metal.
Pode embrulhar uma a uma, mas achei mais prático deixar em potinhos herméticos.
Esta receita é baseada na barra de cereal da Verde Grão.

Ainda quero fazer barrinhas com outros ingredientes: gergelim branco e preto, semente de papoula, manga liofilizada, flocos de quinoa, outras frutas secas, gengibre, grapefruit e limão cristalizados, kinako, farelo de trigo, etc.
Um pequeno lanchinho para o Marcel.


Dúvida sobre os pesos e medidas dos ingredientes? Clique aqui.

Postado por Nina Moori.

Brigadeiro

Brigadeiro: um docinho presente em todas as festas de aniversários infantis. Quem é que nunca fez, bolinhas cremosas roladas no granulado de chocolate ou em colheradas mornas numa tarde de domingo?
Uma das responsáveis pela introdução desta guloseima no Brasil foi uma senhora da família de um grande amigo (mas isso é assunto para uma publicação futura...).
Além de ser a vedete da mesa de doces (lado-a-lado com o bolo de aniversário) é também o nome de uma doceria em Pinheiros.
Fomos conhecer a Doceria & Café Brigadeiro na companhia da Débora e do Fernando (responsáveis pelo Brincando de Chef). Funciona em um sobradinho decorado como uma casinha (acredito que como a casinha dos sonhos da proprietária): florida, com diversas árvores frutíferas, coelhos, tartarugas e passarinhos. Uma pena estar chovendo, o ambiente externo é bem agradável. O ambiente interno é decorado com móveis e objetos vintages (a maioria está à venda).






Apenas o Marcel sabia o que queria experimentar, sorvete (na verdade ele degustou dois sorbets), nós três (Débora, Fernando e eu) ficamos algum tempo na frente da vitrine de doces, olhando e perguntando sobre as sobremesas. Optamos: Bolo de milho (parecia uma torta cremosa com coco) - R$2,50, Bolo surpresa (super doce, com recheio de brigadeiro, brigadeiro branco e crocante) – R$2,80, Bolo mousse de chocolate e avelã (com chocolate amargo) – R$4,80, Brigadeiro tradicional (bem feito e cremoso) e de pistache (com pistache de verdade e sem essência) – R$3,00 cada, Sorbet de tangerina (bem doce, talvez um pouco demais, com sabor da fruta) e Sorbet de manjericão (perfumado, tão bom que foi pedido novamente). Para cortar tanto açúcar, café espresso da marca Suplicy (suave, provavelmente pela extração mais longa, no Café Suplicy, o espresso é curto, ristretto).





A casa trabalha com poucos funcionários, por isso o cliente pega o seu pedido no balcão e leva até a mesa.
Um fim de tarde açucarado.
Postado por Nina Moori.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Karê

Outro dia um amigo (W.) nos perguntou se havia alguma receita de karê aqui no Gourmandise. Para quem não conhece, este prato é um tipo de ensopado muito consumido por nipônicos e descendentes.
A receita a seguir é a versão básica da minha família. A minha irmã gosta de acrescentar um pouco de batata doce e a mãe do Marcel acrescenta aspargo e champignon.


Karê:
óleo
gengibre fresco picado
alho picado
cebola picada (tamanho médio)
150g de carne fatiada ou em cubos (alcatra ou contra filé)
cenoura em cubos
batata em cubos (tamanho próximo da cenoura)
água quente
sal
shoyu
curry em pó
farinha de trigo
água em temperatura ambiente
Doure a farinha de trigo em fogo brando. Esta etapa evita que a farinha conceda um sabor cru ao cozido. Reserve.

Refogue alho, gengibre e cebola no óleo sem dourar. Aumente o fogo e junte a carne.

Junte a cenoura e batata. Acrescente água quente (importante estar bem quente para não parar a cocção) suficiente para cobrir os ingredientes.

Deixe ferver e abaixe o fogo. Adicione um pouco de sal, shoyu e curry.
Cozinhe até a batata ficar tenra. Acerte os temperos (o grau de picância é determinado pelo tipo e quantidade de curry - em casa deixo bem spicy).
Misture água fria na farinha de trigo dourada até obter uma pasta homogênea.

Verta com cuidado, aos poucos, mexendo o cozido com uma colher (cuidado para não empelotar). A consistência deve ser cremosa. Deixe levantar fervura novamente e desligue.
Sirva com gohan ou puro (prefiro puro, deliciado de colher e beeeem picante!).

Resultado da enquete

Uma semana atrás começou uma enquete sobre consumo de vinho nas refeições entre os leitores do Gourmandise.
O resultado foi:

Você costuma beber vinho junto com as refeições?
1º (35%) - Só em datas especiais
2º (21%) - Mais de duas vezes por semana / Uma vez por semana (empatados)
3º (11%) - Uma vez ao mês
4º (10%) - Uma vez por quinzena

Resolvi fazer esta pequena enquete para averiguar (entre nossos leitores) qual seria o interesse na união de vinho e comida. Ficamos surpresos ao constatar (lógico que é uma enquete restrita) duas vertentes opostas no consumo de vinhos nas refeições, 28 leitores consomem em "só em datas especiais" e 35 "mais de duas vezes por semana/uma vez por semana"
Ano passado começamos a promover a Harmonização Virtual (estamos na Quinta Edição) em parceria com o Le Vin au Blog e, percebo que este tema ainda é encarado como um "tabu" (poucas pessoa se interessam em participar). Apesar tentar lembrar de todas aquelas "normas" para harmonizar um determinado prato com vinho (proteína, molho, cocção, tempero, guarnição, etc), acredito que o prazer e bom senso vêm antes de tudo. Afinal, não é comum degustar um vinho com preço elevado nas refeições do dia-a-dia ou apreciar um peixe leve com um tinto encorpado e tânico.
Santé!
Postado por Nina Moori.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Na falta de um...dois!

Dois potinhos de açafrão em pistilo: um ganhei do Marcel e o outro de F.
Postado por Nina Moori.

Feira bag

Na versão para carregar três garrafas de vinho...
Postado por Nina Moori.

domingo, 20 de janeiro de 2008

Mesa Thai

Localizado na última quadra da alameda Lorena (número 2128). O ambiente é pequeno e muito simpático. No almoço funciona com o sitema de buffet (R$14,90 !) e no jantar, à la carte.

Buffet conciso, mas muito saboroso, com bons exemplos da culinária thai: entradas, pratos principais, sobremesa e chá.
Para quem deseja conhecer esta cozinha é uma excelente oportunidade (por um excelente preço).
Primeiro prato (sentido horário): "Khao op sapparod" (arroz frito com lombo ao abacaxi e curry amarelo), Trouxinha de camarão ao curry cozido no vapor (não lembro o nome), "Po piah" (rolinho primavera com frango e vegetais), "Khanon pang na gai" (torradinhas com frango marinado) e um molhinho de pimenta no centro.

Segundo prato: "Arroz de jasmin", "Gaeng kiew wan gai" (frango e legumes ao curry verde), "Pla ma-kram" (peixe ao molho de tamarindo", "Gaeng ped muu" (porco ao curry vermelho), "Gai phad pong ka-ree" (frango ao curry indiano) e "Nua tod gratuem" (carne ao gengibre e alho).

Os meus preferidos: Khao op sapparod, Pla ma-kram, Gaeng kiew wan gai e Gaeng ped muu (mais spicy).
Preciso levar a Nina urgentemente!
Postado por Marcel Miwa.

Valbier

É uma cerveja red ale (5%) produzida em Valdivia, no Chile.
A primeira palavra que me vem à cabeça quando lembro desta cerveja é: ACIDEZ.
Mais que um vinho-base de espumante ou que vinho verde... Foi até difícil de beber e manter os olhos abertos. Talvez com os frutos do mar chilenos combinasse melhor. Como sou melhor bebedor que conhecedor de cervejas, não sei se havia algum problema com aquela amostra. Vale uma nova tentativa, com comida.

Postado por Marcel Miwa.

Signal Hill 2004 - Pinotage

Signal Hill é a única vinícola localizada dentro da Cidade do Cabo, por isto no seu rótulo a parece a apelação Cape Town.
A pinotage é uma uva híbrida resultante do cruzamento da pinot noir com a Cinsault e se adaptou muito bem na África do Sul.
Possui caráter bem exótico com aromas defumados (muito bacon), couro, cereja, pimentão grelhado e final um pouco herbáceo. Personalidade marcante e algo rústico, com amargor.

Postado por Marcel Miwa.

Nama - Santo Wines

Este vinho produzido em Santorini – Grécia é resultado da vinificação de uvas passas que foram secas ao Sol. As varidades utilizadas são: Maurotragano, Voudomato e Mandilaria (nunca ouvi falar de nenhuma, preciso pesquisar).
É um vinho tinto de sobremesa com somente 10% de álcool, pessoalmente, achei muito parecido com o vinho Madeira (negra mole), com aroma típico de “vinho cozido”.
Mais um vinho exótico para a lista (TKS C.E.)!
Postado por Marcel Miwa.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Bolinho em 3 minutos

Tudo bem! É contra os meus princípios cozinhar no microondas, mas depois de tantos blogs gastronômicos publicarem sobre a façanha do bolo feito na caneca em 3 minutos...Não resisti. Mas fiz algumas mudanças, como será que a farinha de sarraceno se comporta neste tipo de cocção?!

Bolo de caneca:
5tbsp de farinha de sarraceno
3tbsp de açúcar demerara
¼ tsp de fermento químico
2 ½ tbsp de iogurte ou leite de soja
½ tbsp de vinho do Porto ou outro fortificado
3tbsp de óleo de girassol
1tbsp de geléia de amora
Misture em uma caneca (resistente à microondas) grande (capacidade para 500ml, ou reduza a receita), a farinha de sarraceno, açúcar demerara e fermento. Junte ovo e misture com garfo. Acrescente iogurte, vinho e óleo e misture novamente. Espalhe a geléia por cima. Leve ao microondas por 3 minutos na potência alta (pode testar com palito). Desenforme e sirva com mais geléia de amora.

Ficou macio, mas o sabor não é o mesmo que de um bolo assado no forno. Por 3 minutos também, eu queria o quê?!


Dúvida sobre os pesos e medidas dos ingredientes? Clique aqui.

Postado por Nina Moori.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Sopa fria de beterraba

Normalmente prefiro sopas quentes, mas com o calor de São Paulo, uma sopinha fria é mais agradável.
Confecção bem simples: cenoura e beterraba em cubos (esta última, previamente cozida) refogadas sobre cebolinha, cebola, gengibre e pouco óleo de girassol. Tudo cozido lentamente com o caldo da cocção da beterraba (para obter uma cor bem viva). No final acrescente um pouco de salsa, sal e pimenta do reino. Esfrie. Usei o mixer para facilitar, mas pode ser liquidificado. Servi gelada. Pode guarnecer com creme azedo aromatizado com sumo de gengibre.
Meu jantar hoje será a sopa acompanhada de um pão de batata sem gluten (receita do Cine Bistrot - mas com alteração, usei fécula de mandioca e amido de milho).

O rei da quinzena do Colher de Tacho é sobre "Comidinhas para dias de muito calor". E esta sopa fria de beterraba é a minha contribuição!

Postado por Nina Moori.